- Abertura recente dos spreads de crédito não indica risco sistêmico, segundo Paulo Bokel, chefe da área de crédito da Absolute Investimentos.
- O movimento é atribuído principalmente a fatores técnicos, como fluxo de operações, e ao fim do suporte da MP 1.303.
- Os eventos de crédito são considerados idiossincráticos, não replicáveis como cenário macro.
- Em cenário de cortes na taxa Selic, o crédito de empresas com grau de investimento tende a se beneficiar.
- A avaliação reforça a visão de que a deterioração nos fundamentos não é o principal motor da reação recente do mercado de crédito.
Abertura recente dos spreads de crédito não indica risco sistêmico, diz Paulo Bokel, da Absolute Investimentos. O movimento é visto como técnico, ligado ao fluxo de operações.
O fim do suporte da MP 1.303 é apontado como fator relevante, além de efeitos de curto prazo; segundo o gestor, não há relação com deterioração dos fundamentos.
Os eventos de crédito são considerados idiossincráticos. Com cortes na Selic, o crédito corporativo de grau de investimento tende a se beneficiar.
Entre na conversa da comunidade