- Em abril de 2026, as exportações somaram US$ 34,1 bilhões e as importações US$ 23,6 bilhões, com saldo da balança comercial de US$ 10,5 bilhões e corrente de comércio de US$ 57,8 bilhões.
- As exportações tiveram alta de 14,3% na comparação com abril de 2025, e as importações cresceram 6,2%.
- No primeiro trimestre de 2026, o Brasil exportou US$ 116,6 bilhões e importou US$ 91,8 bilhões, resultando em superávit de US$ 24,8 bilhões; a corrente de comércio atingiu US$ 208,3 bilhões.
- Em relação aos quatro primeiros meses de 2025, as exportações cresceram 9,2% e as importações 2,5%, com a corrente de comércio avançando 6,1%.
- Entre os setores, a agropecuária avançou 16,1% em abril, a indústria extrativa 17,9% e a indústria de transformação 11,6% em relação a abril de 2025; entre as importações, indústria de transformação subiu 7,4% e a agropecuária caiu 25,8%.
O Brasil registrou recorde de exportações em abril de 2026, com vendas externas de US$ 34,1 bilhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao MDIC. Em igual mês, as importações somaram US$ 23,6 bilhões, gerando saldo comercial de US$ 10,5 bilhões.
A corrente de comércio ficou em US$ 57,8 bilhões. Em relação a abril de 2025, as exportações tiveram alta de 14,3% e as importações, 6,2%. O resultado evidencia crescimento tanto no comércio externo quanto na atividade econômica setorial.
Primeiro trimestre
Entre janeiro e abril de 2026, as exportações somaram US$ 116,6 bilhões, e as importações, US$ 91,8 bilhões. O superávit ficou em US$ 24,8 bilhões, com a corrente de comércio de US$ 208,3 bilhões.
Comparado ao mesmo período de 2025, as exportações aumentaram 9,2% e as importações 2,5%. A corrente de comércio avançou 6,1% no período.
Setores que mais exportaram
A agropecuária registrou alta de 16,1% em abril ante 2025. A indústria extrativa subiu 17,9% e a indústria de transformação, 11,6%. O quadro indica maior participação de produtos industrializados.
Nas importações, o principal crescimento ocorreu na indústria de transformação, com avanço de 7,4% na mesma base. A agropecuária, por outro lado, apresentou queda de 25,8% nas compras externas.
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