- O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou em 8 de maio de 2026 que os biocombustíveis são uma resposta robusta à alta dos derivados de petróleo causada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.
- Silveira disse que o governo vem trabalhando para viabilizar essa alternativa, destacando a implementação da lei do Combustível do Futuro, sancionada em 2024.
- A legislação mira ampliar a produção nacional de etanol, biodiesel, combustível sustentável de aviação, diesel verde e biometano, incluindo a mistura obrigatória de biocombustíveis nos combustíveis fósseis.
- O ministro citou a aprovação do diesel com mistura B15 e da gasolina com E30, sinalizando que o governo está pronto para o E32.
- Segundo Silveira, a política brasileira de biocombustíveis pode destravar até R$ 260 bilhões em investimentos até 2037, com R$ 46 bilhões já identificados em projetos anunciados, visando reduzir o impacto dos preços do petróleo sobre o consumidor.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou durante o evento Sente a Energia, em 8 de maio de 2026, que os biocombustíveis representam uma resposta robusta à alta dos preços dos combustíveis derivados do petróleo, causada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.
Silveira destacou o avanço na implementação da lei do Combustível do Futuro, sancionada em outubro de 2024 pelo presidente Lula. A legislação visa ampliar a produção nacional de etanol, biodiesel, SAF, diesel verde e biometano.
O ministro ressaltou ainda a ampliação da mistura obrigatória de biodiesel e etanol nos combustíveis fósseis. Mencionou a aprovação do diesel B15, da gasolina E30 e sinalizou que há disponibilidade para o E32.
Segundo ele, a política brasileira de biocombustíveis pode destravar até 260 bilhões de reais em investimentos até 2037, com aproximadamente 46 bilhões de reais já identificados em projetos anunciados. As medidas visam reduzir o peso da oscilação do preço do barril para os consumidores.
Silveira afirmou que não é justo que o povo brasileiro sofra com custos de um conflito externo no qual não teve participação. A fala integra o conjunto de ações do governo para tornar as alternativas mais viáveis, diante da escalada de tensões no Oriente Médio.
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