- A Wine South America acontece de 12 a 14 de maio, em Bento Gonçalves, com mais de 400 marcas nacionais e internacionais presentes, o maior número desde a criação do evento.
- O foco da feira é gerar negócios e conectar produtores, distribuidores e compradores do mercado especializado, além de atrair público consumidor.
- Vinícolas de mais de 18 estados brasileiros participam, ampliando a presença fora do Rio Grande do Sul, incluindo produtores de Minas Gerais, Goiás, Brasília e Espírito Santo.
- O espumante brasileiro recebe destaque, com oito de cada dez garrafas consumidas no Brasil produzidas no país, reforçando a atuação nacional no segmento.
- O mercado externo ganha impulso com o acordo Mercosul-União Europeia e com delegações estrangeiras, especialmente de Portugal e Itália; o setor já movimenta mais de R$ 21 bilhões e tem potencial para dobrar de tamanho na próxima década.
A Wine South America chega com expectativa de crescimento recorde e reforça o movimento de expansão do setor vitivinícola brasileiro. A edição deste ano ocorre entre 12 e 14 de maio, em Bento Gonçalves, com mais de 400 marcas nacionais e internacionais. O objetivo central é gerar negócios e conectar produtores a distribuidores e compradores do mercado especializado.
Segundo Marcos Milaneze, diretor da feira, o público consumidor é expressivo, mas a atuação permanece voltada à negociação. A presença de vinícolas de mais de 18 estados, incluindo Minas Gerais, Goiás, Brasília e Espírito Santo, reforça a diversidade da produção brasileira, especialmente em espumantes.
A Wine South America busca evidenciar a qualidade dos vinhos nacionais, consolidando o Rio Grande do Sul como polo, sem deixar de ampliar a participação de outras regiões. O espumante, hoje, tem participação relevante no mercado interno, com oito de cada dez garrafas produzidas no Brasil.
Mercosul-UE estará na pauta
O interesse internacional cresce, impulsionado pelo acordo Mercosul-UE e pela presença de delegações estrangeiras, principalmente de Portugal e Itália. A feira tem sido vista como vitrine para oportunidades de exportação e parcerias.
O setor já movimenta mais de R$ 21 bilhões e é apontado como um dos que mais cresce no Brasil. Milaneze afirma que há espaço para o mercado brasileiro dobrar de tamanho na próxima década, com ganhos de visibilidade e de negócios no exterior.
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