- Arthur Freitas, CEO do iFood Benefícios, disse em entrevista à CNN Money que empresas que não se adaptarem à IA tendem a perder vantagem competitiva nos próximos anos.
- Durante a Brazil Week, a IA foi destacada como tema central para entender tendências globais e como a América Latina reage às novas tecnologias.
- A visão da empresa é tratar a IA como ferramenta para ampliar produtividade e eficiência operacional.
- Freitas afirmou que existem ferramentas que permitem às empresas serem construtoras de novos modelos e soluções.
- Segundo o CEO, será possível criar e construir sem exigir habilidades técnicas específicas, o que amplia a capacidade de construção nas organizações.
Em entrevista ao CNN Money, Arthur Freitas, CEO do iFood Benefícios, afirmou que empresas que não se adaptarem às mudanças provocadas pela IA tendem a perder competitividade nos próximos anos. O tema ganhou destaque durante a Brazil Week, onde a IA foi debatida como uma tendência global e regional.
Freitas destacou que a IA deve ser vista como ferramenta de eficiência e produtividade, capaz de ampliar o alcance das operações sem exigir habilidades técnicas avançadas em todos os níveis. A empresa reforça que a tecnologia pode acelerar a construção de soluções internas.
Durante a Brazil Week, o tema foi apresentado como essencial para entender tendências globais e as respostas da América Latina diante das novas tecnologias, segundo o executivo. A visão é de que a IA pode melhorar a eficiência operacional e a produção dentro das organizações.
Impacto estratégico: segundo Freitas, ferramentas de IA permitem que empresas atuem como construtoras, desenvolvendo soluções de forma mais ágil. O executivo afirmou que o uso dessa tecnologia pode escalar a capacidade de criação dentro das companhias.
Foco na implementação: a discussão enfatizou que a adoção de IA deve vir acompanhada de estratégias que promovam produtividade e integração entre equipes. Freitas reforçou a importância de entender as oportunidades que a IA oferece para o negócio.
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