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IGP-10 sobe 0,89% em maio e acumula 1,46% em 12 meses, aponta FGV

IGP-10 avança 0,89% em maio; acumula 3,48% no ano e 1,46% em 12 meses, com IPA em alta e desaceleração de matérias-primas brutas

— Foto: Unsplash
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  • O IGP-10 subiu 0,89% em maio, acumulando alta de 3,48% no ano e 1,46% em 12 meses.
  • No mesmo mês, o IPA avançou 0,95%; Bens Finais subiram 0,81% e Bens Intermediários, 2,41%; as Matérias-Primas Brutas tiveram alta de apenas 0,06%.
  • O IPC ficou 0,68% mais alto em maio; entre as classes, houve quedas de ritmo em alguns itens e altas mais expressivas em Saúde e Habitação.
  • O INCC avançou 0,86% em maio, com Materiais e Equipamentos em 1,29%, Serviços em 0,59% e Mão de Obra em 0,36%.
  • Economista do FGV Ibre atribui a desaceleração do IPA à forte desaceleração das Matérias-Primas Brutas e ao alívio nos demais índices.

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) avançou 0,89% em maio, após subir 2,94% em abril, aponta o levantamento do FGV Ibre. O indicador acumula alta de 3,48% no ano e 1,46% em 12 meses. Em maio de 2025, o IGP-10 havia caído 0,01% e registrava alta de 7,54% em 12 meses.

Entre os componentes, o IPA subiu 0,95% em maio, ante 3,81% no mês anterior. Bens Finais (geral) cresceram 0,81%, já Bens Finais (ex) aceleraram para 0,79%. Bens Intermediários avançaram 2,41%, frente 1,95% em abril. Matérias-Primas Brutas subiram 0,06%, depois de alta de 7,01% em abril.

Desempenho de inflação ao consumidor e construção

O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) de maio de 2026 ficou 0,68%, frente 0,88% em abril. Entre as oito classes de despesa, Transportes, Alimentação, Despesas Diversas e Comunicação tiveram recuo na taxa mensal. Vestuário caiu pela metade, enquanto Educação, Leitura e Recreação subiu 0,38%. Destaques aparecem em Saúde e Habitação, com altas de 1,00% e 0,71%, respectivamente.

O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) avançou 0,86% em maio, ante 0,88% em abril. Materiais e Equipamentos subiram 1,29%, Serviços caíram para 0,59% e Mão de Obra desacelerou para 0,36%. Economista do FGV Ibre aponta que a desaceleração do IPA em maio esteve ligada à queda marcada nas Matérias-Primas Brutas, de 7,01% em abril para 0,06% em maio, além do alívio observado em IPC, Transportes, Alimentação e Despesas Diversas.

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