- O IBC-Br caiu 0,7% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, segundo o Banco Central.
- Serviços recuaram 0,7% no mês, sendo o principal fator da queda; agropecuária e indústria caíram 0,2% cada.
- O BC iniciou um ciclo de flexibilização da Selic, que começou o ano em 15% e teve dois cortes de 0,25 p.p.; a trajetória deve ser menor do que o esperado devido à guerra no Oriente Médio.
- De agosto de 2024 a junho de 2025, a taxa básica subiu de 10,5% para 15% ao ano e, até março, ficou em manutenção.
- O PIB brasileiro cresceu 2,3% em 2025 e o BC divulgará o resultado do primeiro trimestre em 29 de maio.
O Banco Central informou que o IBC-Br, a prévia do PIB, caiu 0,7% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal. O dado foi divulgado nesta segunda-feira (18).
Entre os componentes, os serviços recuaram 0,7% no mês, puxando a queda do indicador. Agropecuária teve queda de 0,2% e a indústria registrou recuo de 0,2%.
O BC manteve um viés de flexibilização monetária, com a Selic iniciando o ano em 15%. Ao longo de 2024, houve dois cortes consecutivos de 0,25 ponto percentual cada.
O ciclo de cortes, contudo, deve ser menor do que o esperado, segundo o BC, em função da incerteza provocada pela guerra no Oriente Médio. A instituição aponta fatores globais como razão da prática.
O IBC-Br funciona como um indicador mensal da economia, reunindo dados de indústria, comércio, serviços e agropecuária, com uso restrito em relação ao PIB calculado pelo IBGE. O PIB anual de 2025 avançou 2,3%.
A divulgação do resultado do 1º trimestre do PIB oficial ocorre em 29 de maio, encerrando o primeiro balanço do ano para o Totai.
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