- Emplacamentos de veículos 100% elétricos no primeiro quadrimestre de 2026 cresceram 175% ante o mesmo período de 2025, de 17.541 para 48.299 unidades.
- A BYD lidera com 32.198 unidades no período, representando cerca de dois terços do total de elétricos vendidos no Brasil.
- Em fevereiro, a BYD respondeu sozinha por 78% do total de elétricos; Geely e GM disputavam a segunda posição, com pouco mais de 400 unidades cada.
- Março registrou cerca de 14 mil emplacamentos, aumento de aproximadamente 193% frente a março de 2025.
- Em abril, foram 17.468 elétricos licenciados; a BYD superou a marca de 10 mil emplacamentos no mês, enquanto a Geely alcançou 3.761 unidades.
O parque de veículos 100% elétricos registrou salto expressivo de 175% no primeiro quadrimestre de 2026, segundo a Fenabrave. As emplacamentos passaram de 17.541 entre janeiro e abril para 48.299 unidades. A BYD lidera amplamente as vendas.
Em janeiro, foram emplacados pouco mais de 8.1 mil elétricos, com a BYD respondendo por 5.113 unidades. O ritmo inicial mostrou forte crescimento em relação ao mesmo período de 2025.
Em fevereiro, o mercado manteve o fôlego com 8.654 licenciamentos. A BYD sozinha comercializou 6.759 carros, representando mais de 78% do total de elétricos vendidos no Brasil. Geely e GM ficaram próximas em segundo lugar.
A segunda metade do quadrimestre trouxe a maior mudança: março fechou com cerca de 14 mil emplacamentos, um avanço de 193% frente a 2025. abril registrou 17.468 elétricos, alta de 273% ante igual mês de 2025.
Hegemonia BYD
A BYD dominou o período, respondendo por 32.198 unidades, ou cerca de dois terços do total nacional de elétricos de janeiro a abril. Em fevereiro atingiu participação mensal acima de 78%, consolidando vantagem sobre rivais.
Geely ampliou o portfólio e GM intensificou as entregas com novos modelos, marcando presença relevante no mercado. O cenário indica acirramento da disputa tecnológica e de preços para o restante de 2026.
Cenário futuro
Especialistas apontam que o Brasil vive etapa de maturação da eletrificação. A competição entre chinesas e tradicionalistas se intensifica, com foco em tecnologia, custos e rede de concessionárias. O mercado permanece articulado para manter o crescimento do segmento.
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