- O Ministério da Fazenda, pela Secretaria de Política Econômica, projeta crescimento do PIB brasileiro de 2,3% para 2026.
- O IBGE informou queda de 1,7% na exportação de bens e serviços no primeiro trimestre de 2026 em relação ao quarto trimestre de 2025.
- MB Associados avalia que as exportações devem crescer ao longo do ano, com o petróleo ganhando destaque ao lado das commodities agrícolas.
- O economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, aponta que a novidade desta vez é menos peso do agronegócio e mais petróleo.
Apesar da queda de 1,7% nas exportações de bens e serviços no 1º trimestre de 2026 frente ao quarto trimestre de 2025, o IBGE mostrou uma leitura de desempenho relativamente estável para o PIB. A expectativa é de que as vendas externas se recuperem ao longo do ano.
Segundo o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale, a novidade deste ano é que a atuação externa tende a favorecer mais o petróleo do que as safras agrícolas tradicionais. Ele aponta que a participação de combustíveis nas exportações pode crescer. Vale ressalta ainda que o cenário externo tende a sustentar o ritmo de avanço da economia.
Projeção oficial aponta crescimento moderado
A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda prevê expansão de 2,3% para a economia brasileira em 2026. A projeção reflete o desempenho esperado de setores tradicionais, com o petróleo ganhando espaço no mix de exportações.
Mercado externo e impactos setoriais
A leitura do mercado externo, conforme analistas, é de que o desempenho seguirá positivo no decorrer do ano, com recuperação gradual das exportações. O petróleo aparece como fator de sustentação adicional, contribuindo para o câmbio e o saldo da balança comercial.
Contexto e referências
As informações sobre o recuo de 1,7% nas exportações foram divulgadas pelo IBGE. O material divulgado pela SPE e a análise de MB Associados reforçam a visão de que o PIB de 2026 deve crescer, mas com diferentes composições entre setores.
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