- No dia 26 de agosto, restaurantes ao redor do mundo abrirão as portas por um dia com a proposta “coma o que quiser, pague o que puder”.
- O movimento começou na Cidade do México, com o restaurante Masala y Maíz, e já reúne 64 restaurantes em doze países, segundo o Instagram da iniciativa.
- Exemplos incluem o Hag’s, em Nova York, que mantém o mesmo cardápio com preço ajustado ao pagamento do cliente todos os domingos desde 2022.
- Em Minneapolis, o café Modern Times adotou o pagamento livre em protesto, mudança que levou a nomear o estabelecimento como Post Modern Times.
- Organizadores veem a iniciativa como forma de ampliar acesso à hospitalidade, promover troca cultural e explorar novas dinâmicas de operação de restaurantes, não apenas como negócio.
A iniciativa global Pague o Que Puder ganha foco em 26 de agosto, quando restaurantes de várias partes do mundo abrirão as portas para atender clientes sem um preço fechado no cardápio. A proposta é pagar o quanto puder, buscando ampliar a hospitalidade e atrair novos públicos sem prejuízo financeiro comprovado até aqui.
O movimento nasceu com o café Modern Times, em Minneapolis, que, em protesto contra a atuação da imigração, deixou de cobrar pela comida e passou a viver de doações. A prática se consolidou e o espaço passou a manter a ideia permanentemente, mudando o nome para Post Modern Times.
Escala internacional e formatos
Vàrios restaurantes já adotam formatos parecidos, nem sempre com motivação política. Há locais que atendem populações carentes com apoio público, e outros que buscam aproximação com a comunidade, inclusive entre estabelecimentos mais sofisticados.
Nova York abriga o Hag’s, que desde 2022 realiza oDomingo do Pague o Que Puder, mantendo a mesma qualidade de menu com variação no preço. A proposta ganhou destaque em iniciativas anteriores que reuniram mais de 20 restaurantes no México, segundo a BBC News.
Panorama atual
Para 2026, a Iniciativa Global Pague o Que Puder já envolve 64 restaurantes em 12 países, com foco principal no México e nos Estados Unidos, conforme a conta de Instagram oficial. A ideia é tornar a hospitalidade mais acessível e estimular novas formas de operação dos restaurantes.
Buscas por maior inclusão e por modelos de negócio sustentáveis aparecem como motivações centrais. Organizador acredita que o movimento pode reduzir desigualdades e promover espaços de cuidado, troca cultural e conexão social.
Brasil e próximos passos
Ao todo, o calendário de agosto lista desde padarias simples até casas com estrelas Michelin distribuídas pelo mundo. No Brasil, ainda não há confirmação de participação de estabelecimentos. A organização aponta que o formato pode abrir portas para novos restaurantes aderirem.
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