- Sodexo Brasil atua em mais de 1,3 mil unidades, servindo cerca de 1 milhão de refeições diárias.
- Em 2025, houve queda de 44,1% no desperdício, evitando 4,2 mil toneladas de alimentos e equivalente a 7,8 milhões de refeições.
- O programa WasteWatch, criado em 2019, monitora resíduos e utiliza dados para ajustar cardápios e fluxos de produção.
- O foco passou a incluir campanhas de conscientização junto aos consumidores, com painéis que mostram os quilos desperdiçados por unidade.
- A empresa investe na economia circular, com compostagem e biodigestor na sede em São Paulo, além de metas de bem-estar animal e compras locais para reduzir impactos.
A Sodexo Brasil reduziu em 44,1% o desperdício de alimentos em 2025, atingindo 4,2 mil toneladas a menos. A taxa atual representa um avanço frente a 2024, quando o índice ficou em 22,4%. A melhoria ocorreu em mais de 1,3 mil unidades do país, com foco em desperdícios no prato, não apenas na cozinha.
A prática envolve tecnologia, dados e campanhas de conscientização. O programa WasteWatch, criado pela empresa globalmente em 2019, é o motor da estratégia. Restos de produção, sobras de buffet e resíduos alimentares são pesados diariamente e analisados por inteligência artificial.
Entre as ações, painéis informativos nos restaurantes mostram aos clientes a quantidade de alimento desperdiçado e o potencial de pessoas que poderiam ser alimentadas com aquele volume. A iniciativa visa orientar o consumidor a servir apenas o que será consumido.
Dados e tecnologia são acompanhados por mudanças de comportamento. A empresa revisa cardápios, ajusta fluxos de produção e define metas específicas por unidade. Além disso, o desempenho de cada unidade pode impactar a remuneração de gestores, estimulando a redução do desperdício.
A gestão de resíduos também envolve educação e economia circular. Em São Paulo, compostagem e biodigestor transformam orgânicos em adubo doado a agricultores que fornecem insumos para as operações. Nada se perde; tudo se transforma.
No âmbito corporativo, a Sodexo destaca avanços adicionais: 98% dos fornecedores de proteína animal já cumprem critérios de bem-estar, 95% dos ovos vêm de galinhas livres de gaiolas, e 65% do orçamento de compras fica em fornecedores a até 400 quilômetros. Projetos sociais beneficiaram mais de 40 mil pessoas, fortalecendo segurança alimentar.
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