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Pesquisa da HSBC Wealth mostra IA ficando atrás de humanos em áreas-chave

Para os extremamente ricos, IA não supera consultores humanos; sessenta e dois por cento buscam profissionais como principal fonte de ideias de investimento, e doze por cento veem IA como influente

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  • A HSBC Wealth Survey, realizada pela Ipsos com cerca de 10 mil indivíduos afluentes, indica que 62% ainda buscam profissionais humanos como principal fonte de ideias de investimento.
  • Apenas 12% disseram que a IA foi o fator mais influente nas decisões de investimento.
  • O estudo analisou hábitos de pessoas com alto patrimônio líquido, destacando a preferência por assessores humanos.
  • A IA é vista como menos influente em áreas-chave de gestão de fortunas para os mais ricos.
  • O levantamento reforça a percepção de que, para clientes muito ricos, a orientação humana continua predominante na tomada de decisões.

Um estudo divulgado pela HSBC mostrou que, entre indivíduos com alta renda, a inteligência artificial ainda não substitui consultores humanos em várias áreas. A pesquisa, realizada pela Ipsos, ouviu cerca de 10 mil respondentes affluent.

Os resultados indicam que 62% dos mais ricos ainda recorrem a profissionais humanos como principal fonte de ideias de investimento. Em contrapartida, apenas 12% disseram que a IA teve maior influência nas suas decisões.

O levantamento analisa a confiança em IA na gestão de patrimônio e revela uma presença menor da IA como fator decisivo. Os dados destacam a persistência do papel do aconselhamento humano mesmo diante de avanços tecnológicos.

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