- 65% dos brasileiros concordam que menos depender do governo melhora a vida, 31% discordam e 4% não souberam, segundo o Datafolha.
- É o maior valor já registrado na série histórica da matriz ideológica do instituto, que começou em 2013 com empate de 47% entre as duas opções.
- O indicador integra o eixo econômico da matriz, junto a perguntas sobre impostos, atuação estatal, leis trabalhistas e investimento.
- Entre os gêneros, 71% dos homens e 59% das mulheres preferem depender menos do governo; a região Sudeste é a que mais concorda (70%), enquanto o Nordeste tem 38% nessa leitura.
- No primeiro turno estimulado da eleição, 50% dos eleitores de Lula e 79% dos eleitores de Flávio Bolsonaro optam pela menor dependência; 45% e 18%, respectivamente, escolhem a ideia de mais benefícios. A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 139 municípios nos dias 17 e 18 de junho de 2026, com margem de erro de até 2 pontos percentuais.
O Datafolha aponta que 65% dos brasileiros concordam mais com a ideia de que, quanto menos dependem do governo, melhor estará a vida. O índice é o maior da série histórica da matriz ideológica do instituto. Outros 31% discordam da ideia, afirmando que mais benefícios governamentais ajudam na vida, e 4% não responderam.
O levantamento traça o eixo econômico da matriz, que envolve impostos, intervenção estatal, leis trabalhistas e investimento. O objetivo é mapear o pensamento econômico dos entrevistados e posicioná-los na escala correspondente.
Na prática, 71% dos homens e 59% das mulheres respondem pela menor dependência do governo. Regionalmente, o Sudeste registra 70% nesse grupo, enquanto o Nordeste tem 38% defendendo que mais benefícios do governo ajudam a melhorar a vida.
Segmentos por voto
Entre eleitores de Lula (PT), 50% preferem depender menos do governo. Já entre eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), o percentual sobe para 79%. Em contrapartida, 45% dos apoiadores de Lula optam pela ideia de que mais benefícios melhoram a vida, enquanto 18% dos eleitores de Flávio Bolsonaro seguem essa linha.
O instituto ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, em 139 municípios, nos dias 17 e 18 de junho de 2026. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, em 95% de confiança. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026.
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