- A Polícia Civil de Minas Gerais investiga a morte de uma menina após um parto de emergência em Betim.
- A jovem, grávida de 32 semanas, foi levada ao hospital no dia 11 e faleceu no dia 13.
- O cacique do assentamento indígena Warao confirmou que a família conhece o responsável pela gravidez.
- O caso pode ser enquadrado como estupro de vulnerável, segundo o Código Penal brasileiro.
- A Prefeitura de Betim ainda não se manifestou sobre a situação.
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga a morte de uma menina de 12 anos após um parto de emergência em Betim. A jovem, que estava grávida de 32 semanas, foi levada ao Centro Materno-Infantil na sexta-feira, dia 11, após passar mal. Apesar de o bebê ter sobrevivido, a menina enfrentou complicações e faleceu no domingo, dia 13.
O cacique do assentamento indígena Warao, onde a menina residia, confirmou que a família conhece o responsável pela gravidez. Ele destacou a importância de que o autor do ato não fique impune, afirmando que a família está em estado de choque. O caso levanta questões sobre gravidez precoce e suas implicações legais, uma vez que o Código Penal brasileiro considera a relação sexual com menores de 14 anos como estupro de vulnerável, com pena de oito a quinze anos de reclusão.
A Polícia Civil já abriu um inquérito para apurar os fatos. A Prefeitura de Betim não se manifestou sobre o caso até o momento. A situação traz à tona a necessidade de discutir a proteção de crianças e adolescentes em contextos vulneráveis, especialmente em comunidades indígenas.
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