- Ashley Kaye deixou sua carreira em Wisconsin após uma viagem de mergulho em Honduras, em 2019, onde conheceu um viajante que a inspirou a viver de forma nômade.
- Em 2020, Kaye abandonou seu emprego com cerca de R$ 37 mil em economias e começou a viajar, enfrentando dificuldades iniciais, mas sem arrependimentos.
- Em 2022, ela comprou uma caminhonete Toyota Tacoma por R$ 42.934 e investiu mais de R$ 50 mil em reformas para adaptar o veículo para viver e viajar.
- Atualmente, Kaye percorre a Rodovia Pan-Americana, gastando em média R$ 556 mensais com combustível e R$ 453 com alimentação.
- Kaye considera vender a caminhonete no início do próximo ano e planeja novos destinos na Europa, como França, Espanha ou Itália, mantendo seu estilo de vida nômade.
Ashley Kaye decidiu mudar sua vida após uma viagem de mergulho em Honduras, em 2019. Inspirada por um viajante que conheceu, ela abandonou sua carreira em Wisconsin e começou uma jornada nômade. “Ele me disse que era mais fácil e barato do que eu pensava”, relata Kaye.
Em 2020, Kaye deixou seu emprego com cerca de R$ 37 mil em economias. Nos primeiros meses, enfrentou dificuldades para se adaptar à nova rotina sem trabalho. Contudo, ao se acostumar com a vida na estrada, ela não teve arrependimentos. Nos últimos três anos, Kaye explorou diversos países, incluindo a África do Sul.
A Caminhonete e as Reformas
Em 2022, Kaye comprou uma caminhonete Toyota Tacoma por R$ 42.934 após ser inspirada por um casal que a contatou pelo Instagram. Ela investiu mais de R$ 50 mil em reformas para tornar o veículo adequado para viver e viajar. As melhorias incluíram a instalação de energia solar, um novo sistema de suspensão e um camper.
Atualmente, Kaye está percorrendo a Rodovia Pan-Americana, que se estende do Alasca até a Argentina. “É uma maneira incrível de viajar, pois você define seu próprio ritmo”, afirma. Ela alterna entre dias de viagem e dias de descanso, gastando em média R$ 556 mensais com combustível e R$ 453 com alimentação.
Novos Destinos e Reflexões
Apesar de ainda não ter completado sua jornada pela Pan-Americana, Kaye considera vender a caminhonete no início do próximo ano. “Quero terminar minha aventura, mas também estou pensando em novos destinos na Europa, como França, Espanha ou Itália”, revela. Kaye não planeja retornar a uma vida fixa nos Estados Unidos, preferindo manter seu estilo de vida nômade.
Ela também compartilha que a parte mais desafiadora da vida na estrada é montar e desmontar o camper. “É simples, mas requer disciplina”, comenta. Kaye continua a viver sua aventura, buscando sempre novos horizontes e experiências.
Entre na conversa da comunidade