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Valter Hugo Mãe destaca a importância de tornar a vida mais suportável

Valter Hugo Mãe celebra a adaptação de seu livro para o cinema e reflete sobre sua conexão com o Brasil e a ausência de filhos

Valter Hugo Mãe durante a Flipocos 2025 (Foto: Flipocos/Instagram)
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  • Valter Hugo Mãe, autor português, elogiou a adaptação de seu livro “O Filho de Mil Homens” para o cinema, disponível na Netflix.
  • O filme, dirigido por Daniel Rezende e estrelado por Rodrigo Santoro, foi considerado pelo autor como “melhor que o livro”.
  • Durante a 23ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), Mãe destacou sua conexão com o Brasil e seu apreço pela cultura local.
  • O autor também refletiu sobre sua vida pessoal, mencionando a ausência de filhos e como isso influenciou sua escrita.
  • Mãe se afastou do processo criativo da adaptação, afirmando que é importante não interferir na visão do diretor.

Valter Hugo Mãe, autor português, expressou sua satisfação com a adaptação de seu livro O Filho de Mil Homens para o cinema, agora disponível na Netflix. Dirigido por Daniel Rezende e estrelado por Rodrigo Santoro, o filme foi bem recebido pelo autor, que afirmou: “o filme é melhor que o livro”. Essa declaração surpreendeu, já que Mãe raramente elogia adaptações cinematográficas.

Durante a 23ª edição da Flip, em Paraty, o autor compartilhou sua forte conexão com o Brasil, onde se sente naturalizado. Ele mencionou que sua relação com o país é profunda, destacando seu amor por comidas típicas e a familiaridade que sente ao visitar. “É um lugar que me diz muito respeito e é muito gratificante que o meu trabalho possa ter aqui um efeito”, afirmou.

Mãe também refletiu sobre sua vida pessoal e a ausência de filhos. Ele revelou que, aos 40 anos, começou a escrever sobre um homem que enfrenta a tristeza de não ter filhos, um tema que ressoa com sua própria experiência. “O Filho de Mil Homens surgiu numa crônica, e foi escrito rapidamente, em três horas”, contou.

Sobre a adaptação, Mãe se manteve à distância do processo criativo, reconhecendo que sua experiência é como observador. Ele enfatizou a coragem necessária para entregar sua obra a outra visão, afirmando que “a melhor posição para mim seria a de não perturbar em nada”.

Por fim, o autor destacou sua habilidade de transformar situações difíceis em otimismo, uma característica que permeia sua escrita. Ele acredita que essa perspectiva é fruto de sua história familiar, marcada por desafios. “Quando recebo uma notícia ruim, sempre respiro fundo e penso em como vamos passar por isso”, concluiu.

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