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Brasil: 45 universidades caem no ranking global das melhores do mundo

45 das 52 universidades brasileiras caem no ranking global de 2026, liderado pela USP; queda é puxada por pesquisa, educação e corpo docente

Imagem colorida mostra placa da Universidade de São Paulo, USP, em azul - Metrópoles
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  • 45 das 52 universidades brasileiras avaliadas caíram no ranking mundial de 2026, abrangendo 87% das instituições.
  • A USP continua como a melhor colocada do Brasil, mas caiu para o 119º lugar no mundo; a UFRJ caiu para o 346º e a Unicamp para o 379º.
  • Apenas cinco universidades brasileiras subiram de posição; duas mantiveram; 44 tiveram queda, especialmente no indicador de pesquisa.
  • No topo global, Harvard lidera há 15 anos, seguido por MIT e Stanford; os Estados Unidos registram queda em várias instituições.
  • A China teve melhoria geral, com 98% das universidades subindo de posição; a Tsinghua fica em 36ª; o país passa a ter 360 instituições no Global 2000, mais do que os EUA.

O ranking mundial divulgado pelo CWUR aponta que 45 das 52 universidades brasileiras avaliadas caíram de posição em 2026. A queda atingiu 87% das instituições, com maior ressalva para o desempenho em pesquisa e a competição global por financiamento.

A USP permanece como a instituição brasileira de maior destaque, mas perdeu uma posição, situando-se no 119º lugar global. As quedas também atingiram a UFRJ, que caiu 15 posições, para o 346º lugar, e a Unicamp, que recuou 10 posições, ocupando a 379ª colocação.

Desempenho e impactos no Brasil

Ao todo, apenas cinco universidades brasileiras subiram de posição, duas permaneceram estáveis e 44 recuaram, com o indicador de pesquisa sendo o principal fator de decréscimo.

Globalmente, o ranking continua liderado por Harvard, seguido por MIT e Stanford. No entanto, a China mostra avanço consistente, com quase a totalidade de suas instituições melhorando posições, liderando o Global 2000 com 360 universidades.

Metodologia e abrangência

O CWUR utiliza quatro indicadores: Educação (25%), Empregabilidade (25%), Corpo docente (10%) e Pesquisa (40%). Não depende de pesquisas de opinião nem de dados enviados pelas próprias universidades.

O levantamento analisou 81 milhões de pontos de dados de 21.291 instituições ao redor do mundo, refletindo o peso relativo de formação, mercado de trabalho, excelência docente e produção científica.

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