- O QS World University Rankings 2026 aponta cinco universidades brasileiras entre as 20 melhores da América Latina, destacando USP, Unicamp, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UNESP e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
- A Universidade de Buenos Aires foi a instituição mais bem classificada da região, ocupando a 84ª posição global.
- Entre as top 10 da América Latina, sete instituições são públicas.
- O Brasil aparece como o país com mais universidades na lista regional, com 24 instituições incluídas.
- O ranking avalia mais de 1.500 instituições de 106 países e territórios.
A edição 2026 do QS World University Rankings aponta que o Brasil tem 5 universidades entre as 20 melhores da América Latina, com destaque para a USP e a Unicamp como as brasileiras mais bem colocadas. A Universidade de Buenos Aires lidera a região, sendo a melhor colocada no top 100 mundial, na 84ª posição.
Segundo o levantamento, a América Latina registrou recuo no ranking global, com apenas a UBA no top 100 mundial. Entre as 20 melhores da região, 7 são públicas, refletindo a participação relevante do setor público no desempenho regional.
Brasil aparece com 24 instituições entre as 137 analisadas em 17 países da região. A lista completa das 20 melhores traz posições de universidades de Argentina, Chile, México, Colômbia, Peru e Costa Rica, com destaque para instituições latino-americanas públicas.
Desempenho regional e posições
- 84ª – Universidade de Buenos Aires (Argentina)
- 108ª – Universidade de São Paulo (Brasil)
- 116ª – Pontifícia Universidade Católica do Chile (Chile)
- 136ª – Universidade Nacional Autônoma do México (México)
- 173ª – Universidade do Chile (Chile)
Universidades brasileiras na lista
- 212ª – Universidade dos Andes (Colômbia)
- 233ª – Universidade Estadual de Campinas – Unicamp (Brasil)
- 259ª – Universidade Nacional da Colômbia (Colômbia)
- 317ª – Universidade Federal do Rio de Janeiro (Brasil)
- 450ª – UNESP – Universidade Estadual Paulista (Brasil)
Educação pública e desafios na região
Dados de fontes internacionais indicam forte presença pública entre as melhores da região, mas há desafios de qualidade educacional, com déficits de habilidades básicas em matemática e leitura em parte da população jovem. A política educacional enfrenta pressão para ampliar acesso, qualidade e empregabilidade.
Perspectivas de emprego juvenil
Estudos indicam mudança de setores de emprego entre jovens latino-americanos, com queda relativa na agricultura e indústria e aumento no setor de serviços. Projeções até 2030 apontam migração de milhões para serviços, com impactos esperados na produtividade e na estrutura econômica regional.
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