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Por que não conseguimos eliminar o mansplaining

Dr. Amanda Nimon Peters rebate Zoe Williams, defendendo que mansplaining é real e relevante, citando pesquisa sobre viés de autoridade e Reeves

‘The term will remain relevant so long as humans in general continue to perceive authority as the domain of men.’ Photograph: Alamy
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  • A discussão sobre mansplaining segue em pauta: Zoe Williams defende abandonar o termo, enquanto a The Conversation já publicou pesquisas que defendem sua validade.
  • Em resposta, a Dra. Amanda Nimon Peters afirma que mansplaining é real e relevante, citando sua pesquisa sobre viés de autoridade e referências a Reeves e ao estudo de Louise Ashley e Elena Doldor.
  • Peters destaca que não é uma negação de que haja homens que sabem do assunto, mas que o termo aponta padrões culturais em que a autoridade é historicamente associada a homens.
  • Ela cita a reação de Rachel Reeves, que levou a The Conversation a publicar um artigo baseado em pesquisa de dois professores da Queen Mary University of London, explicando por que mansplaining existe e por que Reeves foi correta em usá-lo.
  • A pesquisadora sustenta que o viés implícito na avaliação da autoridade é comum, e que mansplaining reflete um fenômeno real, mantendo sua relevância enquanto a percepção de autoridade continuar ligada a homens.

O debate sobre mansplaining ganhou atenção após Zoe Williams defender que o termo perdeu relevância. Em artigo, ela questionou a necessidade de continuar usando a expressão.

Dr Amanda Nimon Peters, professora de liderança na Hult International Business School, respondeu defendendo a validade do termo. Ela citou pesquisas próprias sobre viés de autoridade e referências ao estudo de Reeves e aos trabalhos de Ashley e Doldor.

Williams argumenta que é preciso evitar aplicar o termo de forma injusta a homens que sabem do assunto. Peters afirma que o mansplaining é um fenômeno real e que o termo permanece relevante enquanto padrões culturais moldarem a percepção de autoridade.

Repercussões acadêmicas: evidências e debates

A discussão inclui referências a uma publicação da The Conversation, que traz estudos de Louise Ashley e Elena Doldor, da Queen Mary University of London. O texto sustenta a existência do fenômeno e o uso do termo por figuras públicas.

Peters destaca que pesquisas mostram viés implícito na avaliação da autoridade, mesmo em amostras pequenas. Segundo ela, o mansplaining reflete padrões culturais de que autoridade é associada a homens, especialmente de determinada classe social.

Contexto atual e o que muda a partir de agora

A controvérsia envolve como interpretar situações de comunicação entre homens e mulheres, e se o termo auxilia ou prejudica a compreensão do tema. A conversa continua entre acadêmicos que defendem ou contestam a vigência do conceito.

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