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Lindomar Castilho: ex-esposa morta a tiros no palco é lembrada

Morte de Lindomar Castilho reacende memórias do crime de 1981; filha Liliane fala sobre perdão e o impacto duradouro na família e na vítima

Lindomar Castilho matou a esposa, Eliane de Grammont
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  • A morte de Lindomar Castilho, anunciada neste sábado, reacende a lembrança do crime ocorrido em 1981, quando ele invadiu o show da ex-esposa em São Paulo e atirou.
  • O ataque aconteceu no bar Belle Époque, enquanto Eliane de Grammont cantava uma música de Chico Buarque; a motivação foi ciúmes do violonista Carlos Randall, primo de Lindomar.
  • Eliane morreu a caminho do hospital, aos 26 anos; o casal teve uma filha, Liliane, que anunciou a morte do pai.
  • Liliane disse acreditar que o pai era um homem com vaidade e narcisismo, e que perdoar é complexo; Carlos Randall afirmou não se sentir apto a perdoar Lindomar.
  • Lindomar Castilho foi preso em flagrante, condenado por homicídio em 1984, cumpriu regime fechado, passou pelo semiaberto e ficou livre em 1996.

O cantor Lindomar Castilho morreu neste sábado, repercutindo o caso que ficou marcado na música brasileira desde 1981. Em São Paulo, ele invadiu o show da ex-esposa Eliane de Grammont e a executou a tiros no palco de um café, após uma vida pessoal marcada por ciúmes e álcool.

Eliane de Grammont era quem Lindomar conhecera na RCA, e o casal teve uma filha, Liliane. Na época, o crime ocorreu durante a apresentação da atriz, que cantava Chico Buarque, e motivação foi o ciúme do violonista Carlos Randall, primo de Lindomar, que também se apresentava na casa. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.

Repercussões históricas

Lindomar foi preso em flagrante e condenado por homicídio em 1984. Permaneceu em regime fechado até 1986, depois passou pelo semiaberto e manteve a liberdade em 1996. O caso permaneceu como um dos episódios mais marcantes do bolero no Brasil.

2025: morte e reações

A morte de Lindomar reacende o debate sobre o episódio de 1981. France? A família não divulgou detalhes, mas veículos de mídia lembraram as consequências duradouras para Eliane e para o pai, com especial atenção à filha Liliane.

O olhar da filha

Liliane, que anunciou a morte do pai, comentou sobre perdão e a família. Ela destacou que Lindomar era um homem com traços de masculinidade tóxica e que a violência gerou uma ferida que persiste. Em entrevista, a filha disse que perdoar não é simples, envolvendo diversas camadas da dor.

Perspectiva sobre o impacto

Carlos Randall, o violonista sobrevivente, afirmou em entrevista não se sentir apto a perdoar Lindomar. Ele descreveu o período após o crime como um tempo de recuperação, com afastamento temporário dos palcos para recomposição emocional.

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