- Casa de campo em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro, situada no ponto mais alto de um condomínio, com cerca de 130 m² de área construída em terreno de 850 m².
- Projeto assinado pelo arquiteto Hiago Santos, com planta livre, acesso por rampa e foco na vista montanhosa como elemento central.
- Piscina de borda infinita na varanda, com reflexo do entorno e acabamento em granito Branco Siena escovado; revestimento interno Fiji.
- Interiores em pedra madeira cinza, marcenaria amadeirada e pé-direito de 3,55 metros, integrando sala, TV, jantar e cozinha com passagem para a área externa.
- Mobiliário e paisagismo pensados para a integração com a arquitetura, incluindo suíte máster, banheiro, sauna e decoração neutra com presença de madeira.
No ponto mais alto de um condomínio fechado em Teresópolis, Serra Fluminense, nasceu uma casa de campo pensada como pausa e contemplação. O projeto, assinado pelo arquiteto Hiago Santos, foi criado do zero para um empresário de 45 anos. A intenção é que a vista para a montanha seja a protagonista, com a arquitetura funcionando como extensão da paisagem.
A casa tem 130 m² de área construída em um terreno de 850 m². A planta é livre e racional, com área social integrada: salas de estar, TV e jantar, além de cozinha linear voltadas para a piscina e o horizonte. A construção utiliza estrutura metálica para leveza e rapidez.
A implantação priorizou o topo do terreno. O lote foi recortado e nivelado para um platô que permite o acesso fácil por rampa para veículos e pedestres. A posição busca a vista mais privilegiada do condomínio e a integração com o entorno.
A piscina de borda infinita funciona como espelho d’água, refletindo o cenário. No entorno, o revestimento e o paisagismo dialogam com a pedra madeira cinza aplicada em interiores e fachada, reforçando a continuidade entre casa e natureza.
A suíte máster oferece ampla visão para as montanhas, com cômodo integrado a áreas de banho e closet. O conjunto de marcenarias, em MDF laminado amadeirado, reforça a unidade visual da residência. A decoração prioriza tons neutros, madeira e pedras naturais.
O maior desafio, segundo o arquiteto, foi conciliar as necessidades do morador com o terreno e a paisagem, mantendo um perfil contemporâneo sem excessos. A ideia é manter a casa como abrigo que dialoga com o entorno, sem competir com ele.
A circulação interna separa bem as áreas públicas das privadas, mantendo fluidez de uso. Além da suíte, a residência conta com banheiro social e sauna, todos integrados à proposta de bem-estar do refúgio.
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