- Em 2024, 24% dos adultos na Inglaterra não beberam álcool, aumento em relação a 2022, quando eram 19%.
- Mulheres são um pouco mais abstêmias que homens: 26% não bebem, frente a 22%.
- Há variação regional: West Midlands (27%) e Londres (26%) têm mais não consumidores; NE England (17%) tem menos.
- Entre quem bebe, 51% dos homens e 60% das mulheres bebem em níveis de baixo risco; 27% dos homens e 15% das mulheres bebem em nível de risco crescente ou alto.
- Pessoas de 65 a 74 anos são mais propensas a consumir em níveis de alto risco (29%), em comparação com 25 a 34 anos (14%).
O inquérito Health Survey for England mostra que 24% dos adultos no país não consumiram álcool em 2024, subindo em relação aos 19% de 2022. O estudo, com 10 mil respondentes, aponta aumento na sobriedade entre homens, mulheres e jovens.
As mulheres estão ligeiramente mais abstemias que os homens: 26% não bebem, ante 22% entre os homens. Em ambas as faixas, o percentual de não consumidores cresceu em relação a anos anteriores.
Distribuição regional e perfis de consumo
As proporções variam por região: West Midlands tem 27% e Londres 26% de não beber, frente a 17% no nordeste da Inglaterra. O fenômeno não é uniforme, indicando diferenças culturais e de políticas locais.
Entre quem bebeu, 51% dos homens e 60% das mulheres consumiram em níveis de baixo risco. Já 27% dos homens e 15% das mulheres beberam em faixas de risco elevado, acima de 14 unidades semanais.
A pesquisa também aponta padrões de consumo extremo: mais de 50 unidades semanais entre homens (5%) e mais de 35 unidades entre mulheres (3%), classificados como alto risco. Grupos etários de 65 a 74 anos apresentam maior propensão a riscos, 29%, ante 14% entre 25 e 34.
Impactos de saúde e outros indicadores
O relatório associa o consumo de álcool a custos relevantes para o sistema de saúde, citando a estimativa de 4,9 bilhões de libras anuais em England, com mais de 3 bilhões relacionados a atendimentos de emergência e internações.
Outros dados do levantamento indicam que 27% dos adultos são fisicamente inativos, deixando menos de 30 minutos de atividade por semana. Além disso, 46% têm ao menos uma condição de saúde crônica e 10% usam e-cigarettes ou vapes.
O Departamento de Saúde e Assistência Social foi procurado para comentar, sem que haja declaração pública até o momento.
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