- A Art UK anunciou que seu banco de dados de obras de arte públicas atingiu mil obras cadastradas.
- A organização também nomeou Ben Terrett como nova presidente (chair) da instituição, que comemora dez anos de atuação.
- A missão da Art UK começou catalogando pinturas britânicas e, ao longo do tempo, passou a incluir desenhos, aquarelas, cerâmicas, esculturas, vitrais, banners, desenhos arquitetônicos e murais de rua.
- A coleção traz exemplos variados, como obras de Rodin, J. M. W. Turner e peças em museus como Manchester Art Gallery e Aberdeen Art Gallery, além de itens mantidos em armazenamento.
- Terrett destaca que muitos trabalhos permanecem invisíveis para o público e que a internet pode ampliar o acesso às artes, buscando atingir novos públicos e usar novas tecnologias.
Art UK anunciou que chega a um milhão de obras em seu catálogo online, destacando a diversidade da arte pública no Reino Unido. A instituição celebra 10 anos de atuação com a nomeação de um novo presidente, ampliando o impulso de digitalizar pinturas, desenhos, esculturas e outras formas de expressão.
Ben Terrett, ex-dirigente de design do governo, assume a presidência da organização. A nomeação coincide com a data marcante para a instituição, que passou a incluir não apenas pinturas, mas também objetos como cerâmicas, vitrais, gravuras, arte pública de hospitais e prédios públicos.
A missão da Art UK é catalogar digitalmente o patrimônio artístico britânico e torná-lo acessível. O banco de dados já reúne obras de museus, galerias universitárias e coleções locais, além de murais urbanos. A meta é evidenciar peças que costumam ficar em acervos guardados.
Terrett tem experiência em projetos de digitalização e em governos digitais. Em entrevista prévia, ele ressaltou que muitas obras permanecem armazenadas e invisíveis ao público, mesmo em instituições públicas que recebem visitantes regularmente.
Segundo a organização, a cifra de um milhão de itens reforça o potencial de pesquisa, educação e acesso remoto. Novos itens adicionados recentemente incluem obras de reconhecidos artistas e peças de museus regionais, ampliando o leque de usuários.
A diretoria da Art UK indicou que a chegada do novo presidente deve ampliar audiências, explorar novas tecnologias e fortalecer a captação de recursos. O objetivo é elevar a presença internacional da base de dados sem perder o foco público.
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