- Feriado prolongado começa com fiscalização da Polícia Rodoviária Federal em todo o país, com foco na prevenção de ultrapassagens ilegais.
- Em 2025 foram registrados 1.770 acidentes nas rodovias federais, 67 a mais do que em 2024; Minas Gerais teve o maior número, seguido por Bahia e Paraná.
- Ultrapassagem irregular é infração gravíssima, com risco de suspensão da carteira de habilitação.
- Porta-voz da PRF, Flávio Catarucci, afirma que a falta de manutenção básica de veículos tem contribuído para os acidentes durante deslocamentos curtos no feriado, e alerta sobre o consumo de álcool por motoristas.
- Condições climáticas adversas elevam o risco: nos primeiros 15 minutos de chuva, o asfalto pode ainda estar oleoso e sujo, aumentando a chance de derrapagens.
A fiscalização da Polícia Rodoviária Federal começou o feriado prolongado com o objetivo de reduzir mortes e feridos em acidentes provocados por ultrapassagens irregulares. A operação ocorre em rodovias federais de todo o país e se estende até domingo, 5 de abril, com foco na prevenção.
A PRF informou que, em 2025, foram registrados 1.770 acidentes nas rodovias federais, 67 a mais do que no ano anterior. Minas Gerais lidera as ocorrências, seguida por Bahia e Paraná, cenário que motiva as ações de fiscalização e educação no trânsito.
A prática de ultrapassagem irregular é classificada como infração gravíssima, com potencial de suspensão da carteira de habilitação, de acordo com a Polícia. A prioridade é evitar colisões frontais e garantir deslocamentos mais seguros durante o feriado.
Em entrevista ao Conexão Record News, o porta-voz da PRF em São Paulo, Flávio Catarucci, ressaltou que feriados costumam concentrar deslocamentos curtos, o que aumenta o risco se não houver manutenção preventiva dos veículos. Ele aponta falhas simples como causas relevantes de acidentes.
Catarucci também alertou sobre o consumo de álcool por motoristas que vão à estrada, reforçando que a ingestão de bebidas alcoólicas eleva o risco para o próprio motorista e para terceiros. Ele pediu atenção redobrada em viagens, especialmente durante o período de pico.
Quanto às condições climáticas, o porta-voz destacou que os 15 primeiros minutos de chuva costumam ser os mais perigosos. A presença de óleo residual no asfalto e sujeira na pista eleva a chance de aquaplanagem, derrapagens e colisões quando o motorista reduz cautela.
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