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Motorista que atropelou crianças admite ter bebido e diz ter confundido pedais

Motorista embriagado afirma ter confundido pedais e freio travado; dupla morte de crianças na calçada e outras duas feridas.

Momento que o carro branco atropela as crianças na calçada
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  • O motorista afirmou à polícia ter bebido antes de dirigir e que se confundiu com os pedais, colocando o veículo em movimento e não conseguindo frear após o acelerador travar.
  • O atropelo ocorreu em Diadema (SP) e atingiu quatro crianças na calçada; duas delas, de 6 e 10 anos, morreram, e as outras duas ficaram feridas.
  • Exame do Instituto Médico Legal confirmou que o motorista estava embriagado.
  • Ele foi preso em flagrante e a prisão foi convertida em preventiva após audiência de custódia.
  • Os corpos foram levados para Alagoas para sepultamento; o velório ocorreu em Diadema, com apoio de moradores e da prefeitura de Taquarana (AL) para o traslado; as duas crianças que sobreviveram seguem hospitalizadas.

O motorista Demóstenes Dias de Macedo, de 64 anos, afirmou à polícia que bebeu antes de dirigir e se confundiu com os pedais no momento do acidente. Ele afirmou que colocou o veículo em movimento e não conseguiu frear após o acelerador travar.

O Hyundai Creta atingiu quatro crianças que estavam na calçada em Diadema, na Grande São Paulo. Duas delas, irmãs de 6 e 10 anos, morreram no local; as outras duas ficaram feridas.

Segundo o boletim de ocorrência, o motorista foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva após audiência de custódia. Um exame no IML de Santo André confirmou estado de embriaguez.

Testemunhas relataram que o motorista tentou fugir após o atropelamento, mas foi contido por pessoas presentes no local. O caso é registrado como homicídio e lesão corporal dolosos.

As vítimas fatais tiveram velório em Diadema e os corpos foram encaminhados a Alagoas, estado de origem das famílias, para o sepultamento. O traslado contou com apoio da prefeitura de Taquarana.

As duas crianças que sobreviveram continuam hospitalizadas; uma delas pode passar por cirurgia. A comunidade locais organiza homenagens e manifestações em busca de justiça.

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