- Simon Patterson, marido afastado de Erin Patterson, vai contar sua história em um memoir fora da sala de tribunal, em acordo de publicação já fechado; detalhes ainda não foram divulgados.
- Erin Patterson foi condenada, em 2023, pela morte de Don e Gail Patterson e de Heather Wilkinson, assassinados com cogumelos mortais; a sentença foi de prisão perpétua com 33 anos de cumprimento até a possibilidade de liberdade condicional, e há recursos em andamento.
- A publicação do livro ficará suspensa até o fim de dois recursos ligados ao caso; a anunciada editora ainda não foi revelada.
- A spokesperson de Simon, Jessica O’Donnell, afirmou que ele não participará do anúncio público e que prefere que sua história seja ouvida por meio do livro, mantendo-se privado.
- O interesse da imprensa internacional foi intenso desde o julgamento, com avanços em documentários e podcasts; O’Donnell destacou a carga de trabalho enfrentada na época para gerenciar a cobertura.
Simon Patterson, marido afastado de Erin Patterson, the Australian woman known as a mushroom murderer, vai contar sua história pela primeira vez fora do tribunal. O acordo envolve um livro cuja editora ainda não foi anunciada.
Até o momento, Simon tem se mantido em silêncio público sobre o julgamento do ano passado, que ganhou atenção global e gerou documentários e podcasts. Erin foi condenada pela morte de três familiares em julho de 2023.
A sentença de Erin Patterson foi de prisão perpétua com regime de prisão sem liberdade condicional após 33 anos. Ela também enfrentou a acusação de tentativa de homicídio contra Ian Wilkinson e mantém a defesa de inocência, recorrendo das condenações.
A assessoria de Simon, Jessica O’Donnell, disse que os detalhes do livro serão divulgados juntamente com a editora, ainda não identificada, nas próximas semanas. Ela afirmou que Simon não participará do anúncio público e prefere manter-se reservado.
O’Donnell informou que a divulgação pública do livro será adiada até o desfecho de dois recursos ligados ao caso. Ela explicou ainda que Simon não deverá se pronunciar durante esse processo.
A executiva trabalhou com relações governamentais na empresa onde Simon atuava como engenheiro, quando recebeu o pedido da família para gerenciar a intensa repercussão da imprensa. Na época, ela atuou em média 80 horas semanais para atender aos meios de comunicação internacionais.
Ela também destacou o aumento da demanda de contatos recebidos durante o pico de cobertura, ressaltando a curva de aprendizado causada pelo volume de mensagens diárias. O anúncio do livro coincide com o lançamento de sua própria prática profissional, voltada a lideranças em ambientes de alta visibilidade.
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