- A americana Eugenea Collins afirmou ser Madeleine McCann e revelou um teste de DNA para apoiar a afirmação.
- Collins começou a afirmar isso após acompanhar relatos de outra jovem, Julia Wandelt, que também dizia ser Madeleine.
- O teste exibido foi de ancestralidade, indicando 68% de genótipo inglês/parecido com o noroeste da Europa, segundo Collins.
- A professora Turi King afirmou que testes de ancestralidade não são provas definitivas para confirmar identidade, e que apenas testes forenses poderiam sustentar tal afirmação.
- Após ganhar repercussão, Collins apagou todas as contas nas redes sociais relacionadas ao caso, sem explicar o motivo.
Uma jovem americana, Eugenea Collins, afirma ser Madeleine McCann e apresentou um teste de DNA para sustentar a alegação. A suposta identificação chegou a ganhar destaque nas redes sociais antes de ser apagada pelo próprio público. A matéria não confirma a identidade.
Collins, criada no Arkansas, disse acreditar ser Madeleine após assistir a entrevistas de outra jovem que também dizia ser a menina britânica. Ela alegou ter visto semelmente a comparação de idade e fotos online como base para a sua conclusão.
Para tentar comprovar a afirmação, a jovem mostrou um teste de DNA de ancestralidade. O resultado indicou 68% de ancestrais ingleses e de origem no noroeste da Europa. Especialista em genética histórica alertou que esse tipo de teste não é conclusivo para identificar uma pessoa específica.
Testes de DNA e avaliação técnica
A professora Turi King, pesquisadora de genealogia genética, explicou que testes de ancestralidade variam conforme o banco de dados das empresas. Ela ressaltou que esse tipo de exame não fornece prova suficiente para confirmar a identidade de Madeleine McCann.
Segundo a especialista, apenas um teste de DNA forense, com amostras dos pais biológicos, poderia trazer evidências mais consistentes. Ela informou que, na ausência de dados robustos, as conclusões com base em DNA de ancestralidade não são confiáveis para esse fim.
Depois da repercussão, Collins deixou de manter contas nas redes sociais ligadas à alegação e não explicou o motivo da retirada. Até o momento, não houve confirmação de contatos oficiais ou provas independentes que respaldem a identidade apresentada.
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