- O empresário Fernando Sastre vai a júri popular no dia 29 de outubro, às 10h, no Plenário 7 do Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo.
- A decisão envolve homicídio doloso qualificado e lesão corporal gravíssima, em caso ligado ao acidente ocorrido em 31 de março de 2024, na Avenida Salim Farah Maluf, zona leste, que matou o motorista de aplicativo Orlando da Silva Viana.
- Segundo o Ministério Público, Sastre dirigia um Porsche a mais de 100 km/h, em via com limite de 50 km/h; havia relatos de consumo de bebida alcoólica antes do acidente.
- O empresário está preso preventivamente desde 2024; após o acidente, deixou o local com a ajuda da mãe e não realizou teste de bafômetro, informação que foi confirmada pela polícia.
- Caso seja condenado, a pena pode variar de 12 a 30 anos de reclusão por homicídio doloso qualificado, com possível aumento em função de lesões graves.
Fernando Sastre, empresário dono de Porsche, irá a júri popular em 29 de outubro por acidente em São Paulo que matou motorista de aplicativo. A decisão é do Tribunal de Justiça de SP. Sastre está preso preventivamente desde 2024.
O crime ocorreu em 31 de março de 2024, na Avenida Salim Farah Maluf, na zona leste. De acordo com o Ministério Público, ele dirigia a mais de 100 km/h em via com limite de 50 km/h e atingiu o carro de Orlando da Silva Viana.
O Ministério Público de São Paulo acusa homicídio doloso qualificado e lesão corporal gravíssima. A pena pode variar de 12 a 30 anos, com possível acréscimo de até um sexto em caso de agravantes.
Detalhes do caso
Segundo o inquérito, Sastre estava a bordo de um Porsche acompanhado de um amigo; este sofreu ferimentos graves. Minutos antes, o empresário esteve em um restaurante e consumiu bebida alcoólica, conforme laudo policial.
Após a colisão, Sastre deixou o local com a ajuda da mãe, Daniela Cristina de Medeiros Andrade. O teste do bafômetro não foi realizado na delegacia, mas a namorada do empresário confirmou consumo de álcool entre as pessoas no restaurante.
A Justiça decretou a prisão de Sastre no dia 3 de maio de 2024. O empresário chegou a ficar foragido e se entregou três dias após o decreto, segundo as informações oficiais.
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