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Ed Motta afirma sentir-se desprestigiado e não quis ofender funcionário

Ed Motta depõe sobre briga no Grado e diz ter se sentido desprestigiado pela taxa de rolha; investigação apura injúria e preconceito

Ed Motta chega à delegacia para prestar depoimento
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  • Ed Motta prestou depoimento de cerca de duas horas na 15ª DP (Gávea), nesta terça-feira, 12, sobre a confusão no Grado, no Rio de Janeiro.
  • O cantor disse ter se sentido chateado e desprestigiado pela cobrança da taxa de rolha e negou ter ofendido qualquer funcionário.
  • Ele afirmou ter arremessado uma cadeira, mas que não teve intenção de acertar ninguém; as imagens das câmeras devem comprovar o que houve.
  • A apuração investiga injúria e preconceito contra funcionários do restaurante, com relatos de uso de termos pejorativos pelo artista.
  • Motta indicou três testemunhas que estavam no local; o homem que lançou a garrafa e o dono do Grado também devem depor nos próximos dias.

Ed Motta prestou depoimento nesta terça-feira, 12, na 15ª DP (Gávea), no Rio de Janeiro. O cantor é investigado por injúria e preconceito em relação a funcionários do restaurante Grado, na zona sul, após uma confusão ocorrida no dia 2, envolvendo cobrança de taxa de rolha.

A briga começou após Motta ser cobrado pela taxa de rolha, prática comum quando clientes trazem garrafas de fora. Imagens de câmeras de segurança mostram o cantor derrubando uma cadeira, enquanto outro cliente foi agredido com soco e garrafa de vinho.

Detalhes do depoimento e desdobramentos iniciais

Segundo a TV Globo, Motta disse ter se sentido chateado e desprestigiado pela cobrança. O artista negou ter ofendido algum funcionário e afirmou não ter tido a intenção de ferir alguém ao arremessar a cadeira. O depoimento durou cerca de duas horas.

O cantor indicou três testemunhas presentes no momento da confusão, que serão ouvidas pela polícia. O homem que arremessou a garrafa e o dono do restaurante devem prestar depoimento nos próximos dias.

Reação e posicionamentos dos envolvidos

Os empresários Nello Garaventa e Lara Atamian divulgaram nota nas redes sociais, afirmando que Motta, o proprietário de restaurantes Escama e Henriqueta Diogo Coutinho e um terceiro indivíduo teriam protagonizado episódios de violência, intimidação e condutas discriminatórias contra a equipe e clientes presentes.

Motta já havia comentado, em entrevista ao O Globo, que frequenta o Grado desde a abertura e que nunca foi cobrado pela taxa de rolha, o que teria contribuído para a irritação. O cantor afirmou ainda que estava sob efeito de álcool no momento e que não houve ataque a ninguém, citando as imagens como prova.

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