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Palácio de 1944 em Minas abriga a maior fonte de águas medicinais do Brasil

Palácio monumental de Araxá, cenário da maior fonte de águas medicinais do país, é preservado pelo IEPHA-MG para turismo cultural e bem-estar

(Imagem ilustrativa)Termas históricas inauguradas na década de quarenta com arquitetura monumental e jardins preservados
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  • Palácio monumental de 33 mil m² foi construído em 1944 no interior de Minas Gerais, em Araxá, e abriga a maior fonte de águas medicinais do país.
  • A estrutura impressiona pelos salões revestidos em mármore de Carrara, vitrais e lustres de cristal; o projeto remete à Era Vargas, com jardins desenhados por Roberto Burle Marx, sob proteção do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA‑MG).
  • Araxá tem economia baseada na mineração (nióbio) e no turismo histórico, com cerca de 111 mil habitantes e clima tropical de altitude.
  • As águas sulfurosas e radioativas de Araxá são estudadas há décadas por propriedades analgésicas e relaxantes, e a lama negra do lago é usada em terapias de pele e articulações.
  • O local conecta o hotel por um corredor com afrescos, vitrais e mandalas no piso, oferecendo banhos de pérola e massagens, em uma experiência que busca preservar o charme histórico do balneário.

O palácio monumental de Araxá, com 33 mil m², foi erguido em 1944 no interior de Minas Gerais. Abriga a maior e mais famosa fonte de águas medicinais do país, associada a uma arquitetura grandiosa da Era Vargas. A preservação busca manter a identidade histórica.

O edifício e seus jardins, assinados por Roberto Burle Marx, estão sob proteção do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG). As restaurações seguem critérios rígidos para conservar o patrimônio cultural e o potencial turístico.

Araxá cresceu ao redor do turismo termal e da mineração, segundo dados demográficos oficiais. A cidade registra aproximadamente 111 mil habitantes, com economia baseada em nióbio e turismo histórico, clima de altitude e tradição local de queijos.

As águas sulfurosas e radioativas do balneário são amplamente estudadas por seus efeitos analgésicos e relaxantes. A lama negra do lago é utilizada em terapias de pele e articulações, atraindo visitantes em busca de bem-estar.

Entre os recursos terapêuticos, destacam-se água sulfurosa, com propriedades para dermatologia e relaxamento; água radioativa, com doses seguras de radônio para alívio de dores; e lama negra para hidratação e desintoxicação.

As termas funcionam conectadas ao hotel por um corredor com afrescos, vitrais e mandalas no piso. Banhos de pérola e massagens são os serviços mais procurados, em ambiente que privilegia o silêncio e a contemplação.

O Grande Hotel Termas de Araxá é apresentado como marco do turismo de bem-estar no Brasil, ao combinar arquitetura histórica com tratamentos de saúde. O destino busca oferecer experiência de cura aliada à hospitalidade mineira.

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