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Ceviche em São Paulo ganha releituras brasileiras em 7 restaurantes

Chefs paulistanos reinventam o ceviche com ingredientes nacionais para celebrar o Dia Internacional do Ceviche neste domingo

No cardápio do Amazo Peruano, a brasilidade entra pelos ingredientes amazônicos, como no Cebiche y Cacau, que leva peixe, leite de tigre de mucílago de cacau, aji amarillo, cacau 100% e formigas-limão
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  • São Paulo celebra o Dia Internacional do Ceviche (28 de junho) com releituras brasileiras do prato peruano em sete restaurantes.
  • Os cardápios substituem ou combinam ingredientes nacionais, mantendo acidez, picância e frescor como pilares do ceviche.
  • Amazo Peruano propõe versões como Ceviche y Cacau e Cebiche y Pulpo, com cacau, mucílago de cacau e formigas-limão.
  • Baleia Rooftop oferece ceviche com leite de tigre, peixe, cebola roxa, milho crocante e toque de caju.
  • Taraz (Rosewood), Azur do Mar (Mercado de Pinheiros), Lelui (Carandiru), Quintana Bar (Brooklin) e Sal Gastronomia apresentam opções como ceviche de caju, ceviche de tainha e versões aquecidas ou veganas.

O Dia Internacional do Ceviche, celebrado neste domingo, 28 de junho, reúne releituras brasileiras do prato peruano em São Paulo. Chefes apostam em ingredientes nacionais para manter acidez, picância e frescor, pilares do ceviche tradicional.

Amazo Peruano

O chef Enrique Paredes trata o ceviche como conceito, liberando variações desde que a base permaneça. No cardápio, brilham itens amazônicos, como Ceviche y Cacau e Cebiche y Pulpo, com cacau, aji amarillo e polvo na brasa.

Baleia Rooftop

No rooftop do Edifício B32, o leite de tigre ganha toques brasileiros. Peixe, cebola roxa e coentro convivem com milho crocante e um toque de caju, mantendo o peixe fresco como base.

Taraz (Rosewood São Paulo)

A chef Gabriela Franceschi coloca o leite de tigre no centro. A releitura vegana Ceviche de Caju usa castanha de caju e pimenta dedo de moça, sem descaracterizar o papel do limão na acidez.

Azur do Mar

No Mercado de Pinheiros, o ceviche utiliza pimenta dedo de moça no lugar de aji, mantendo a estrutura do prato. A casa serve o peixe do dia com chips de batata-doce e acompanha de parrilla.

Lelui

Na Zona Norte, Carandiru, o ceviche é servido quente, com camarão rosado salteado. A acidez permanece com salsa acervichada de aji amarillo, acrescida de croutons de broa e picles.

Quintana Bar

Brooklin abriga o ceviche de tainha, homenagem ao litoral brasileiro. A combinação envolve alho, limão, cebola roxa, pimenta malagueta e cheiro-verde, destacando a personalidade do peixe.

Sal Gastronomia

No espaço do chef Henrique Fogaça, a releitura é o ceviche de caju. A fruta brasileira constrói a acidez e a doçura, mantendo a essência do prato em cada prato servido.

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