- Em operação nacional, a polícia prendeu oito suspeitos em 10 estados no combate à receptação de celulares furtados ou roubados.
- Os investigadores apuram que os aparelhos eram despachados pelos Correios para diferentes regiões do país.
- Os mandados foram cumpridos em Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte e Alagoas.
- A investigação teve início após apreensão conjunta da Polícia Civil com a Receita Federal, em abril, de remessas de celulares roubados no maior centro de distribuição de encomendas dos Correios, no Rio de Janeiro.
- No Rio de Janeiro, três presos ficavam responsáveis por enviar os aparelhos pelos Correios, para receptadores comerciantes em outras regiões; a polícia busca agora entender o volume de vendas de cada um.
- Entre janeiro e fevereiro, o estado do Rio de Janeiro registrou mais de 25,2 mil celulares roubados ou furtados.
A Polícia em operação nacional contra receptação de celulares prendeu oito suspeitos e revelou que ladrões enviavam aparelhos furtados pelos Correios. A ação combate o envio de celulares roubados e cumpriu mandados em 10 estados: MS, RJ, MG, SP, BA, PE, PB, CE, RN e AL.
A investigação teve início com apreensão conjunta da Polícia Civil e Receita Federal, em abril, na maior unidade de distribuição de encomendas dos Correios, no Rio de Janeiro. Na capital fluminense, três presos atuavam para despachar os aparelhos para outras regiões.
Segundo as autoridades, os celulares eram furtados ou roubados na Região Metropolitana do Rio. Os detidos em RJ encaminhavam os aparelhos pelos Correios; os receptadores, em lojas e pontos de venda de várias regiões do país, ficavam responsáveis pelas vendas.
Entre janeiro e fevereiro, mais de 25,2 mil celulares foram furtados ou roubados no Rio de Janeiro, conforme dados da polícia. As investigações seguem para mapear o volume total de vendas e identificar demais envolvidos no esquema.
Operação e desdobramentos
A ação mobilizou equipes em dez estados e continua para esclarecer quantas unidades foram enviadas pelos Correios, bem como o fluxo financeiro do crime. O balanço final deve indicar o número total de itens recuperados.
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