- Uma carteira de sócio de Mario Celso Petraglia, presidente do Athletico, foi descoberta no acervo do Coritiba.
- A revelação gerou discussões nas redes sociais sobre a relação de Petraglia com o rival alviverde.
- Em entrevistas anteriores, Petraglia mencionou que se tornou sócio do Coritiba por motivos pessoais, como frequentar bailes de carnaval.
- Barcímio Sicupira Júnior, maior artilheiro da história do Athletico, também foi sócio do Coritiba na juventude.
- A descoberta ilustra a complexidade das relações entre os clubes e seus torcedores no futebol paranaense.
Uma descoberta recente no acervo do Coritiba gerou grande repercussão nas redes sociais: uma carteira de sócio de Mario Celso Petraglia, presidente do Athletico. A revelação reacendeu discussões sobre a relação do dirigente com o rival alviverde.
Petraglia, que já havia comentado sobre sua associação ao Coritiba em entrevistas passadas, revelou que se tornou sócio do clube por motivos pessoais. Em uma coletiva de 2015, ele explicou que frequentava o Couto Pereira para assistir aos jogos e também para participar de bailes de carnaval. “Fui sócio do Coritiba, porque ia nos bailes de carnaval namorar as coxas-brancas”, disse ele, em tom bem-humorado.
Além de Petraglia, o acervo histórico do Coritiba também contém registros de outras figuras importantes do futebol paranaense. Barcímio Sicupira Júnior, maior artilheiro da história do Athletico, também foi sócio do Coritiba na juventude, antes de se tornar um ídolo rubro-negro. Essa conexão entre os clubes e seus dirigentes evidencia a rica história do futebol no Paraná, onde rivalidades e histórias pessoais se entrelaçam.
A descoberta da carteira de sócio de Petraglia não apenas reavivou memórias, mas também trouxe à tona a complexidade das relações entre os clubes e seus torcedores. A situação ilustra como o futebol pode ser um espaço de convivência e rivalidade ao mesmo tempo, refletindo a diversidade de experiências dos envolvidos.
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