- A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) realiza reuniões chamadas “2-2-2” para discutir lances de arbitragem e melhorar a comunicação entre clubes e a comissão de arbitragem.
- Essas reuniões são virtuais e permitem que cada clube apresente suas queixas em cinco minutos.
- O Corinthians reclamou de um pênalti não marcado na derrota para o Bragantino, mas a comissão de arbitragem considerou a reclamação infundada.
- Até agora, foram identificados nove erros em 110 partidas do Campeonato Brasileiro, com cada jogo exigindo entre 150 e 180 decisões dos árbitros.
- A CBF planeja formar árbitros profissionais até o final de 2026, enfatizando a importância da educação continuada na arbitragem.
Desde o início do Campeonato Brasileiro, a CBF implementou as chamadas “reuniões 2-2-2” para discutir lances de arbitragem, visando melhorar a comunicação entre clubes e a comissão de arbitragem. Essas reuniões, que ocorrem principalmente de forma virtual, têm um cronograma rígido e permitem que os dirigentes expressem suas insatisfações em um formato organizado.
Recentemente, o Corinthians apresentou uma reclamação sobre um pênalti não marcado na derrota para o Bragantino. A comissão de arbitragem, no entanto, refutou a reclamação, destacando que, até o momento, foram identificados nove erros em 110 partidas do campeonato. O coordenador da Comissão de Arbitragem, Rodrigo Cintra, afirmou que cada partida exige entre 150 a 180 grandes decisões dos árbitros.
Durante as reuniões, cada clube tem cinco minutos para expor suas queixas, enquanto a comissão de arbitragem e consultores internacionais também têm tempo para se manifestar. A promessa é que a comissão responda em dois minutos sobre cada lance citado, com um prazo total de duas horas para esclarecer dúvidas adicionais. Após a reunião, as respostas formais são enviadas em até dois dias.
Apesar da organização das reuniões, as insatisfações persistem. A reclamação do Corinthians, por exemplo, foi considerada infundada pelos consultores internacionais presentes. A CBF continua a trabalhar para aprimorar a arbitragem, com planos de formar árbitros profissionais até o fim de 2026, reforçando a importância da “educação continuada” na arbitragem.
Entre na conversa da comunidade