- Alexandre Teodoro dos Santos, conhecido como China, foi preso novamente em abril de 2024 após investigações sobre tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
- Ele havia obtido prisão domiciliar em 2020 devido a problemas de saúde, mas continuou suas atividades criminosas.
- China, membro do Primeiro Comando da Capital (PCC), foi transferido para a penitenciária de Piraquara em 2019.
- Durante a prisão domiciliar, ele enviou grandes quantidades de cocaína para outros países e acumulou bens avaliados em R$ 1,4 milhão.
- A prisão foi efetivada após a descoberta de diálogos sobre compra e exportação de drogas, e atualmente ele está na penitenciária de Presidente Venceslau.
Alexandre Teodoro dos Santos, conhecido como China, foi preso novamente em abril de 2024 após investigações que revelaram sua continuidade nas atividades de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, mesmo em prisão domiciliar. Ele, que já cumpria uma pena de 23 anos por crimes relacionados ao narcotráfico, havia obtido a liberdade em 2020 devido a problemas de saúde.
China, membro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), foi transferido para a penitenciária de Piraquara em 2019, onde sua defesa alegou agravamento de sua saúde. Apesar de pareceres contrários do Ministério Público, a Justiça concedeu a prisão domiciliar, permitindo que ele usasse tornozeleira eletrônica. No entanto, a fiscalização sobre seu cumprimento foi falha.
Durante o período em que deveria estar em casa, China retomou suas atividades criminosas, enviando grandes quantidades de cocaína para diversos países. Ele utilizou empresas de fachada para lavar o dinheiro do tráfico, acumulando bens como imóveis e veículos avaliados em 1,4 milhão de reais. Em abril de 2023, a Polícia Militar e o Gaeco começaram a monitorar suas atividades, que incluíam festas e viagens.
A situação se agravou quando, em outubro de 2022, ele foi encontrado em um endereço diferente do que havia informado à Justiça. Mesmo após várias justificativas questionáveis de seu advogado, a Justiça manteve a prisão domiciliar. Em abril de 2024, a prisão de China foi efetivada após a descoberta de diálogos sobre a compra de cocaína e a exportação da droga.
Atualmente, ele se encontra na penitenciária de Presidente Venceslau, longe das festas e da vida luxuosa que levava. O caso levanta questões sobre a eficácia do sistema de monitoramento de penas domiciliares, especialmente para criminosos de alta periculosidade.
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