- Rodrigo Araújo, de 34 anos, foi espancado em um bar em Balneário Camboriú ao tentar defender uma amiga de assédio.
- O ataque ocorreu na noite de domingo, 20 de agosto, e envolveu pelo menos sete pessoas.
- Após a agressão, Rodrigo foi levado ao hospital, onde faleceu na segunda-feira, 21 de agosto, devido aos ferimentos.
- Sua esposa, Kellem Costa, criticou a demora no atendimento médico, relatando que ele ficou quase três horas sem receber cuidados adequados.
- A Polícia Civil de Santa Catarina investiga o caso com base em filmagens de segurança e depoimentos de testemunhas, enquanto Kellem pede ações da prefeita local, Juliana Pavan.
A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a morte de Rodrigo Araújo, um homem de 34 anos natural de Bragança (PA), que foi espancado em um bar em Balneário Camboriú. O incidente ocorreu na noite de domingo, 20 de agosto, quando Rodrigo tentou defender uma amiga de um suposto assédio.
Rodrigo foi agredido por um grupo de pelo menos sete pessoas após intervir em uma situação de assédio no Boteco da Brava, localizado na praia dos Amores. A confusão começou quando um cliente do bar teria se aproximado de sua amiga de forma inadequada. Ao tentar proteger a amiga, Rodrigo foi atacado e, após ser derrubado, recebeu chutes e socos, principalmente na cabeça.
Após a agressão, Rodrigo foi levado ao hospital, onde faleceu na segunda-feira, 21 de agosto, em decorrência dos ferimentos. Sua esposa, Kellem Costa, relatou que ele ficou quase três horas em uma maca sem receber atendimento adequado, recebendo apenas medicações para dor e sedativos. A mulher criticou a demora e a falta de exames durante esse período.
Investigação em Andamento
A polícia já possui filmagens das câmeras de segurança do bar e está coletando depoimentos de testemunhas para identificar os agressores. Kellem pediu que amigos e familiares pressionassem a prefeita de Balneário Camboriú, Juliana Pavan, por medidas de segurança e apoio à comunidade. Até o momento, a prefeita não se manifestou sobre o caso.
O corpo de Rodrigo será cremado em Santa Catarina, e Kellem planeja levar as cinzas para sua cidade natal. O caso levanta preocupações sobre a violência e a segurança em locais de entretenimento, refletindo um problema mais amplo enfrentado em diversas regiões do Brasil.
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