- O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) não criticou a prisão domiciliar de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), após a decretação da medida.
- Eduardo, que anteriormente se opôs a alternativas à prisão, alegou que a decisão foi imposta “sem crime, sem provas, sem julgamento”.
- Ele costumava considerar a prisão domiciliar e a tornozeleira eletrônica como confortáveis para criminosos e símbolos de impunidade.
- A mudança de postura de Eduardo é evidente, pois ele não apresentou projetos para revogar a prisão domiciliar, mesmo após cobranças de apoiadores.
- Atualmente, Eduardo busca apoio nos Estados Unidos para um perdão aos golpistas que atentaram contra a democracia brasileira.
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se manifestou nas redes sociais após a decretação da prisão domiciliar de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), sem criticar a medida. Eduardo, que anteriormente era um crítico ferrenho de alternativas à prisão, agora defende a situação de seu pai, alegando que a prisão foi imposta “sem crime, sem provas, sem julgamento”.
Historicamente, Eduardo se opôs a medidas como a prisão domiciliar e a tornozeleira eletrônica, considerando-as confortáveis para criminosos. Em postagens anteriores, ele afirmou que essas medidas simbolizavam impunidade e questionou a seriedade de um sistema que permite que condenados sejam “carcereiros de si mesmos”. Em março de 2019, Eduardo chegou a afirmar que “o crime cresce quando o bandido se sente confortável”.
Mudança de Postura
A mudança na postura de Eduardo é notável, uma vez que ele não apresentou projetos para revogar a prisão domiciliar, mesmo após ser cobrado por apoiadores. Em suas declarações passadas, ele criticou a baixa taxa de encarceramento no Brasil e a ineficácia do monitoramento de tornozeleiras eletrônicas. Agora, ao se referir à prisão de Jair Bolsonaro, Eduardo destaca a falta de evidências que sustentem a decisão judicial.
Essa nova abordagem reflete uma adaptação às circunstâncias pessoais, onde a defesa do pai parece ter priorizado a crítica ao sistema judicial. Eduardo, que se encontra nos Estados Unidos, busca apoio para um perdão aos golpistas que atentaram contra a democracia brasileira, enquanto sua retórica sobre a prisão domiciliar se transforma em defesa da situação de Jair.
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