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Líder do PL no Senado critica colegas após prisão de Bolsonaro

Senador Carlos Portinho critica líderes do Congresso e defende impeachment de Alexandre de Moraes após decisões que afetam Bolsonaro e Marcos do Val

Senador Carlos Portinho (PL-RJ) (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
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  • O senador Carlos Portinho, líder do PL no Senado, criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que resultou na prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.
  • Portinho chamou a situação de “ditadura da toga” e destacou a aplicação de tornozeleira eletrônica ao senador Marcos do Val como um exemplo da pressão do Judiciário sobre o Legislativo.
  • O senador expressou apoio a Bolsonaro e anunciou sua intenção de trabalhar pelo impeachment de Moraes.
  • Ele afirmou que as ações do Judiciário têm “esmagado” o Congresso Nacional, ameaçando a autonomia do Legislativo.
  • Portinho pediu uma postura mais firme dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, para defender a democracia e a separação de poderes no Brasil.

O senador Carlos Portinho, líder do PL no Senado, criticou a falta de resistência dos líderes do Congresso à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que resultou na prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Portinho se referiu ao episódio como uma manifestação da “ditadura da toga”, destacando que a aplicação de tornozeleira eletrônica ao senador Marcos do Val (Podemos) também é um reflexo da pressão do Judiciário sobre o Legislativo.

Em suas declarações, Portinho expressou apoio a Bolsonaro e anunciou sua intenção de trabalhar pelo impeachment de Moraes. Ele afirmou que as ações do Judiciário têm “esmagado” o Congresso Nacional, colocando em risco a autonomia do Legislativo. A crítica se intensificou após a decisão que afetou diretamente figuras proeminentes da política brasileira.

A situação gerou um clima de tensão entre os parlamentares, com Portinho exigindo uma postura mais firme dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, respectivamente. O senador enfatizou que a resposta do Congresso é crucial para a defesa da democracia e da separação de poderes no Brasil.

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