- Democratas no Texas estão resistindo ao redistritamento proposto pelos republicanos, que é visto como uma tentativa de manipulação eleitoral.
- Legisladores democratas deixaram o estado para evitar que os republicanos alcançassem o quórum necessário para aprovar os novos mapas eleitorais.
- O governador de Illinois, JB Pritzker, criticou a manobra, chamando-a de “cheating” e afirmando que compromete a democracia.
- O senador Bernie Sanders também se manifestou, considerando a proposta “indemocrática” e pedindo mobilização dos democratas.
- O governador do Texas, Greg Abbott, afirmou que os legisladores que fugiram serão presos se retornarem e manterá a legislatura em sessão especial até a resolução da questão.
Os democratas no Texas intensificaram a resistência ao redistritamento promovido pelos republicanos, que, segundo eles, visa manipular o mapa eleitoral para favorecer o partido nas próximas eleições. Recentemente, legisladores democratas deixaram o estado para evitar que os republicanos alcançassem o quórum necessário para aprovar as novas divisões eleitorais.
O governador de Illinois, JB Pritzker, criticou a situação, chamando a manobra de “cheating”. Ele afirmou que o governador do Texas, Greg Abbott, está comprometendo a democracia ao apoiar essa reestruturação. Pritzker também defendeu que os mapas eleitorais de seu estado foram desenhados de acordo com o censo, em contraste com o que ocorre no Texas.
A disputa se intensificou com a participação de figuras como Bernie Sanders, que declarou que a proposta de redistritamento é “indemocrática” e “ultrajante”. Ele ressaltou que os democratas precisam se mobilizar contra essa estratégia, afirmando que é uma resposta necessária às ações republicanas.
Greg Abbott respondeu às críticas, afirmando que os legisladores que fugiram do Texas serão presos se retornarem. Ele também anunciou que manterá a legislatura em sessão especial indefinidamente até que a questão do redistritamento seja resolvida. A proposta em discussão poderia permitir que os republicanos conquistassem até cinco cadeiras na Câmara, o que poderia ser decisivo nas eleições de meio de mandato do próximo ano.
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