- O Estado do Rio de Janeiro registrou uma queda de 20,5% nas mortes violentas em julho de 2025, em comparação ao mesmo mês de 2024.
- O número de vítimas caiu de 298 para 237, incluindo homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes por intervenção de agentes do Estado.
- Os homicídios dolosos diminuíram 14,4%, totalizando 178 mortes, e as mortes em confrontos com a polícia caíram 40,5%.
- Crimes contra o patrimônio também apresentaram redução, com o roubo de veículos caindo 20,2% e o roubo a pedestres e em ônibus mostrando quedas de 10% e 39,2%, respectivamente.
- O governador Cláudio Castro destacou o investimento em tecnologia e a integração das forças de segurança para manter a redução dos crimes.
O Estado do Rio de Janeiro registrou uma queda de 20,5% nas mortes violentas em julho de 2025, em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Os dados, divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), mostram que o número de vítimas caiu de 298 para 237. Essa redução abrange homicídios dolosos, latrocínios, lesões corporais seguidas de morte e mortes por intervenção de agentes do Estado.
Os homicídios dolosos apresentaram uma diminuição de 14,4%, totalizando 178 mortes em julho. As mortes em confrontos com a polícia tiveram a maior queda, de 40,5%. Além disso, os crimes contra o patrimônio também diminuíram, com o roubo de veículos caindo de 2.252 ocorrências em julho de 2024 para 1.797 em julho de 2025, uma redução de 20,2%. O roubo a pedestres e o roubo em ônibus também mostraram quedas significativas, de 10% e 39,2%, respectivamente.
Ações das Forças de Segurança
O governador Cláudio Castro destacou que as forças de segurança estão trabalhando de forma integrada para continuar a redução dos crimes. Ele afirmou que continuarão a investir em tecnologia para melhorar os resultados e garantir mais segurança à população.
No mês de julho, as apreensões de fuzis também aumentaram, com 71 armas retiradas de circulação, um crescimento de 20,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de janeiro a julho, a alta foi de 7%, o maior índice desde o início da série histórica em 2007. A presidente do ISP, Marcela Ortiz, ressaltou a importância do acompanhamento dos indicadores e da atuação estratégica para manter os avanços na segurança pública.
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