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Sidney Oliveira destaca trajetória e curiosidades sobre a Ultrafarma em seis pontos

Sidney Oliveira é acusado de liderar um esquema de corrupção que movimentou mais de R$ 1 bilhão, levantando preocupações sobre a fiscalização no setor varejista

Sidney Oliveira foi preso nesta terça-feira por suspeita de corrupção. (Foto: Jose Patricio/Estadão)
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  • Sidney Oliveira, fundador da Ultrafarma, foi preso em 12 de agosto durante a Operação Ícaro do Ministério Público de São Paulo.
  • A operação investiga um esquema de corrupção que envolve auditores fiscais e movimentou mais de R$ 1 bilhão em propinas.
  • Sidney começou sua carreira no setor farmacêutico aos 12 anos e fundou a Ultrafarma no início dos anos 2000.
  • O auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto liderava o esquema, manipulando processos de ressarcimento de ICMS em troca de propinas.
  • Durante a operação, foram apreendidos R$ 330 mil em espécie, além de joias e documentos relevantes.

Sidney Oliveira, fundador da Ultrafarma, foi preso na terça-feira, 12, durante a Operação Ícaro, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP). A operação investiga um esquema de corrupção que envolve auditores fiscais e movimentou mais de R$ 1 bilhão em propinas.

Nascido em Nova Olímpia, Paraná, em 1953, Sidney começou sua trajetória no setor farmacêutico aos 12 anos. Ele fundou a Ultrafarma no início dos anos 2000, após estudar o varejo em países como México e Canadá. A rede, que hoje conta com seis unidades próprias e mais de 400 licenciadas, se destacou por oferecer medicamentos a preços acessíveis.

A investigação aponta que o auditor fiscal Artur Gomes da Silva Neto liderava o esquema, manipulando processos de ressarcimento de ICMS. Em troca de propinas, ele acelerava a liberação de valores, beneficiando empresas do setor varejista. Durante a operação, foram apreendidos R$ 330 mil em espécie, além de joias e documentos relevantes.

Além de Sidney, o executivo Mário Otávio Gomes, da Fast Shop, também foi preso. O esquema revela a gravidade das práticas corruptas no varejo, levantando questões sobre a fiscalização e a transparência nas operações de ressarcimento de impostos. Sidney já havia enfrentado investigações anteriores por sonegação fiscal, com seus bens bloqueados em 2019.

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