- O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, lançou sua pré-candidatura à presidência da República em 2026 em um evento do partido Novo em São Paulo no dia 16.
- Zema criticou a gestão do presidente Lula e o Supremo Tribunal Federal, afirmando que o “lulismo está destruindo o Brasil”.
- O governador propôs a retirada do Brasil do Brics, defendendo uma aproximação com países ocidentais.
- Ele planeja intensificar suas viagens pelo país para fortalecer sua candidatura e está aberto a conversas com outros partidos.
- Zema reconheceu os desafios de conquistar votos no Nordeste e criticou o Bolsa Família, afirmando que a região precisa “acordar” para a realidade.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, lançou sua pré-candidatura à presidência da República em 2026 durante um evento do partido Novo em São Paulo, no último sábado, 16. Em seu discurso, Zema criticou a gestão do presidente Lula e o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que o “lulismo está destruindo o Brasil”. O governador se posicionou como um candidato da direita, prometendo “varrer o PT do mapa”.
Zema também manifestou a intenção de retirar o Brasil do Brics, argumentando que a união entre os países do grupo não faz sentido geográfico. Ele defendeu uma aproximação com nações ocidentais que compartilham uma raiz cultural comum com o Brasil. O governador destacou que pretende intensificar suas viagens pelo país nos próximos meses para fortalecer sua candidatura.
Durante o evento, Zema se mostrou aberto a possíveis ajustes na sua candidatura, afirmando que a definição de sua posição dependerá de conversas com outros partidos. Ele elogiou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, destacando a competência dele e a boa relação entre ambos. Zema acredita que a direita deve lançar vários candidatos e, no segundo turno, se unir.
O governador reconheceu os desafios de conquistar votos no Nordeste, criticando o Bolsa Família e afirmando que a região precisa “acordar” para a realidade. Zema, que se posiciona como uma figura forte da direita, enfrenta limitações orçamentárias do partido Novo, que não terá acesso ao horário eleitoral gratuito, a menos que faça coligações. Apesar disso, dirigentes do partido acreditam que ele é o melhor posicionado entre os governadores que buscam a presidência.
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