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Marieta Severo critica ação de despejo no Teatro de Contêiner

Artistas reagem à ação da GCM em São Paulo, que utilizou violência em despejo contra grupos culturais, gerando críticas e investigação do MP-SP

Marieta Severo (Foto: Reprodução)
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  • A Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo realizou uma ação de despejo contra artistas do Teatro de Contêiner e membros da ONG Tem Sentimento na quarta-feira, 20.
  • A operação foi marcada pelo uso de spray de pimenta e violência durante a retirada dos integrantes.
  • A atriz Marieta Severo criticou a ação em vídeo, comparando-a à repressão da ditadura militar e ressaltando a importância da liberdade de expressão.
  • Outros artistas, como Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, também se manifestaram contra a ordem de despejo em ocasiões anteriores.
  • O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu explicações ao prefeito Ricardo Nunes sobre a operação, evidenciando a preocupação com a abordagem da GCM.

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo enfrenta forte repercussão após uma ação de despejo contra artistas do Teatro de Contêiner e membros da ONG Tem Sentimento. A operação, realizada na última quarta-feira, 20, foi marcada por violência, com uso de spray de pimenta para retirar os integrantes.

A atriz Marieta Severo, em um vídeo nas redes sociais, expressou sua indignação, comparando a ação da GCM aos tempos da ditadura militar. Ela afirmou que a cena remete aos piores momentos da repressão, onde teatros eram invadidos e artistas ameaçados. Severo destacou a importância da democracia e da liberdade de expressão nas artes, enfatizando que tais ações não têm espaço em um estado democrático.

Outros artistas, como Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, também se manifestaram contra a ordem de despejo em ocasiões anteriores. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) já solicitou explicações ao prefeito Ricardo Nunes (MDB) sobre a operação da GCM, evidenciando a preocupação com a abordagem utilizada.

A tensão entre a cultura e a administração pública se intensifica, refletindo um cenário crítico para os direitos dos artistas e a liberdade de expressão em São Paulo. A situação levanta questionamentos sobre a atuação da GCM e o respeito às manifestações culturais na cidade.

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