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Haddad afirma que não pretende concorrer à presidência em 2026

Fernando Haddad descarta candidatura em 2026 e destaca que a decisão cabe a Lula, enquanto analisa desafios para a reeleição do presidente

Haddad observa Lula durante evento no Palácio do Planalto (Foto: Adriano Machado/Reuters)
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  • O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que não pretende se candidatar nas eleições de 2026.
  • Ele destacou que a decisão sobre candidaturas é exclusiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
  • A declaração ocorreu após o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, sugerir a candidatura de Haddad em São Paulo.
  • Haddad comentou sobre a relação do PT com a elite brasileira, afirmando que “a elite não vai de Lula”.
  • Ele também mencionou a importância da narrativa política e dos projetos futuros para a reeleição de Lula.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta quarta-feira (27) que não pretende se candidatar nas eleições de 2026. Ele enfatizou que a decisão sobre candidaturas é uma “prerrogativa exclusiva” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração surge após o presidente nacional do PT, Edinho Silva, sugerir que Haddad concorra em São Paulo, visando fortalecer a campanha de reeleição de Lula.

Haddad mencionou que a ideia seria disputar uma vaga no Senado ou a governadoria de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país. Apesar das pressões, o ministro reafirmou sua posição e considerou natural que partidos da base aliada apoiem outros candidatos nas próximas eleições.

Em suas declarações, Haddad também abordou a relação do PT com a elite brasileira, afirmando que “a elite não vai de Lula” e que há uma dificuldade em assimilar a figura do presidente. Ele destacou que, caso a economia brasileira enfrente problemas como desemprego e inflação, a reeleição de Lula se tornaria ainda mais desafiadora.

O ministro expressou otimismo em relação à equipe do Ministério da Fazenda, mencionando a possibilidade de o secretário-executivo, Dario Durigan, permanecer no cargo, caso ele decida não se candidatar. A análise de Haddad sugere que a narrativa política e os projetos futuros são tão relevantes quanto os indicadores econômicos na disputa eleitoral.

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