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Briga entre senadora e deputada agita sessão da CPI do INSS; assista ao vídeo

CPMI do INSS aprova prisões de 21 investigados, incluindo ex-presidente, em meio a desentendimento entre senadora e deputada durante sessão

Parlamentares discutem durante a CPI do INSS (Foto: Reprodução)
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  • A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou pedidos de prisão preventiva de 21 investigados, incluindo o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.
  • A sessão ocorreu em 1º de outubro e foi marcada por um desentendimento entre a senadora Leila Barros e a deputada Coronel Fernanda.
  • A tensão surgiu quando Fernanda comemorou a aprovação das prisões, o que desagradou Leila.
  • A CPMI investiga fraudes na operação Sem Desconto, que revelou desvios de recursos destinados a aposentados e pensionistas do INSS.
  • A votação das prisões foi antecipada pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana, em resposta à urgência das investigações.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) avançou nas investigações sobre fraudes em benefícios previdenciários, resultando na aprovação unânime de pedidos de prisão preventiva de 21 investigados, incluindo o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. A sessão ocorreu nesta segunda-feira, 1º de outubro, e foi marcada por um desentendimento entre a senadora Leila Barros (PDT-DF) e a deputada Coronel Fernanda (PL-MT).

A tensão começou quando Fernanda celebrou a aprovação das prisões, levando Leila a expressar descontentamento com a comemoração. A deputada afirmou que ambas se mostraram destemidas durante o confronto. “A senadora Leila não gostou quando comemorei o resultado da votação e veio para cima”, declarou Fernanda. Apesar do clima tenso, a deputada minimizou o episódio, afirmando que “já passou”, enquanto Leila não se manifestou publicamente sobre a situação.

Contexto das Investigações

A CPMI investiga a operação Sem Desconto, que revelou um esquema de desvios significativos de recursos destinados a aposentados e pensionistas do INSS. A operação, deflagrada pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União em abril, resultou na necessidade de autorização judicial para a execução das prisões. A votação das prisões foi antecipada pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), em meio a questionamentos sobre a urgência das investigações.

A aprovação das prisões representa um passo significativo na busca por responsabilizar os envolvidos nas fraudes. A CPMI continua a trabalhar para esclarecer as irregularidades que afetaram o sistema previdenciário, com foco em garantir a integridade dos benefícios aos cidadãos.

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