- O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que a guerra na Ucrânia pode ser encerrada por meio de negociações, desde que haja bom senso.
- Durante um desfile militar em Pequim, ele expressou otimismo sobre a influência dos Estados Unidos nas tratativas, mas também ameaçou resolver conflitos pela força se as negociações não avançarem.
- Há discussões sobre uma possível reunião entre Putin e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, mediada por Donald Trump, mas ainda não há agenda definida.
- O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, indicou que a agenda para o encontro ainda não está pronta.
- Zelensky acusou a Rússia de obstruir a reunião e destacou a necessidade de garantias de segurança, conforme o Artigo 5 da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que a guerra na Ucrânia pode ser encerrada por meio de negociações, desde que “o bom senso prevaleça”. Durante um desfile militar em Pequim, ele expressou otimismo sobre a influência dos Estados Unidos nas tratativas, mencionando uma “luz no fim do túnel”. No entanto, Putin também reiterou sua disposição de resolver conflitos pela força, caso as negociações não avancem.
A declaração surge em um momento em que se discute uma possível reunião entre Putin e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, mediada por Donald Trump. Contudo, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, indicou que ainda não há uma agenda definida para o encontro, sinalizando que as negociações podem demorar a acontecer. Lavrov afirmou que a Rússia está disposta a se reunir, mas a agenda ainda não está pronta.
Zelensky, por sua vez, acusou a Rússia de obstruir a realização da reunião e reafirmou que a Ucrânia não teme encontros com líderes. Ele destacou a necessidade de garantias de segurança, que deveriam seguir a lógica do Artigo 5 da Otan, que considera um ataque a um membro como um ataque a todos. As partes continuam intransigentes em suas demandas, com a Rússia exigindo a cessão de 20% do território ucraniano e a desmilitarização do país, enquanto Zelensky defende a soberania e um exército forte.
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