- A audiência de confirmação de Stephen Miran para o Federal Reserve (Fed) ocorrerá em breve.
- O presidente Donald Trump busca reformular o banco central, promovendo a nomeação de aliados.
- Os democratas tentam bloquear a indicação de Miran devido à tentativa de Trump de demitir Lisa Cook, diretora do Fed.
- A votação de confirmação pode ser acelerada, pois os democratas enfrentam dificuldades para adiar o processo.
- O apoio dos republicanos a Miran é forte, e ele já recebeu apoio unânime em sua confirmação anterior.
A audiência de confirmação de Stephen Miran para o Federal Reserve (Fed) ocorrerá em breve, em meio a tensões no Senado. O presidente Donald Trump busca reformular o banco central, promovendo a nomeação de aliados e criticando a independência da instituição, especialmente em relação a Jerome Powell.
Os democratas tentam bloquear a indicação de Miran, atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, devido à tentativa de Trump de demitir Lisa Cook, uma das diretoras do Fed. A votação de confirmação pode ser acelerada, já que os democratas enfrentam dificuldades para adiar o processo. Eles temem que Miran participe de uma reunião crucial de política monetária em setembro, onde se espera uma redução nas taxas de juros.
Elizabeth Warren, senadora democrata, criticou a tentativa de Trump de influenciar o Fed, chamando-a de “tomada de poder autoritária”. O apoio dos republicanos a Miran é forte, e nenhum senador do partido se manifestou contra sua nomeação até o momento. O senador John Kennedy, da Louisiana, elogiou Powell por sua gestão da inflação e questionará Miran sobre a importância da independência do Fed.
Miran, que já recebeu apoio unânime dos republicanos em sua confirmação anterior, propôs mudanças que poderiam comprometer a autonomia do Fed, como encurtar os mandatos dos diretores e submeter o banco central às dotações orçamentárias do Congresso. A luta pela confirmação de Miran se insere em um contexto mais amplo de pressão dos líderes republicanos para acelerar as nomeações de Trump, enquanto os democratas tentam resistir a essas mudanças.
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