- Centrais sindicais e grupos de esquerda farão atos em defesa da soberania nacional neste domingo (7), com a presença de ministros do governo Lula.
- Os eventos ocorrerão em meio ao julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF) e servirão como contraponto às manifestações bolsonaristas.
- O “Grito dos Excluídos” é promovido por frentes sociais e ocorrerá em São Paulo, na praça da República, com previsão de 200 a 250 ônibus trazendo participantes.
- Entre os confirmados estão Luiz Marinho, ministro do Trabalho, e Edinho Silva, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT).
- A Central Única dos Trabalhadores (CUT) coletará assinaturas para um “plebiscito popular” sobre pautas econômicas, como a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
Centrais sindicais e grupos de esquerda organizarão atos neste domingo (7) em defesa da soberania nacional, com a presença de ministros do governo Lula. Os eventos visam mobilizar a militância em meio ao julgamento da trama golpista no STF e servirão como contraponto às manifestações bolsonaristas programadas para o mesmo dia.
Os atos, que fazem parte do “Grito dos Excluídos”, ocorrem há 20 anos e são promovidos por frentes sociais. A mobilização é coordenada pela Frente Brasil Popular, que inclui movimentos como MST e MTST, e pelo Fórum das Centrais Sindicais. Em São Paulo, a manifestação principal será na praça da República, com previsão de 200 a 250 ônibus trazendo participantes. O evento começará às 9h, evitando conflitos com o ato bolsonarista na avenida Paulista, que ocorrerá às 15h.
Entre os confirmados para o ato na República estão Luiz Marinho, ministro do Trabalho, e Edinho Silva, presidente nacional do PT. A CUT (Central Única dos Trabalhadores) não divulga números de participantes, mas destaca que os sindicalistas defenderão pautas como a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 e a taxação dos super-ricos. Durante os atos, serão coletadas assinaturas para um “plebiscito popular” sobre as pautas econômicas.
O presidente da CUT, Sergio Nobre, enfatiza a importância do ato, especialmente diante dos ataques à soberania do Brasil. Ele critica tarifas impostas pelos EUA e afirma que a anistia a Bolsonaro e outros réus seria um golpe contra a democracia. Ricardo Patah, da UGT, também se opõe à anistia, defendendo a valorização dos Poderes. O ato servirá como teste para a presença da esquerda nas ruas, com mais de 40 manifestações programadas em 23 estados e no Distrito Federal.
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