- Dois fragmentos de pernas humanas foram encontrados em Porto Alegre, possivelmente relacionados ao corpo da manicure Brasília Costa, desaparecida desde agosto.
- As pernas foram localizadas em diferentes locais: uma na praia de Ipanema e outra perto do centro de treinamentos do Grêmio.
- A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga a conexão com o tronco feminino encontrado em uma mala na rodoviária, identificado como pertencente a Brasília.
- O delegado Mário Souza afirmou que há uma “chance considerável” de que os fragmentos sejam parte do corpo da vítima.
- O principal suspeito, Ricardo Jardim, está preso e possui um histórico criminal, incluindo uma condenação de 28 anos por homicídio.
Dois fragmentos de pernas humanas foram encontrados em Porto Alegre, levantando suspeitas sobre a conexão com o corpo da manicure Brasília Costa, desaparecida desde agosto. As pernas foram localizadas em diferentes pontos da cidade: uma na praia de Ipanema, no sábado (6), e outra nas proximidades do centro de treinamentos do Grêmio, no domingo (7).
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga a relação dos membros com o tronco feminino encontrado em uma mala na rodoviária da capital, que foi identificado como pertencente a Brasília. O tronco estava no local desde o dia 20 de agosto. O delegado Mário Souza, do Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa, afirmou que há uma “chance considerável” de que os fragmentos sejam parte do corpo da vítima.
Os restos humanos foram enviados ao Instituto Geral de Perícias (IGP) para realização de testes de DNA. Na semana anterior, braços também foram encontrados e confirmados como pertencentes a Brasília. O principal suspeito do crime, Ricardo Jardim, está preso e possui um histórico criminal, incluindo uma condenação de 28 anos por homicídio.
Ricardo, que mantinha um relacionamento com Brasília, foi considerado foragido após não se reapresentar para a colocação de tornozeleira eletrônica em abril de 2025. O DNA dele foi encontrado na sacola plástica que envolvia o corpo da manicure. A defesa do suspeito ainda não se manifestou sobre as novas evidências.
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