- A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Sem Desconto, focada em fraudes no INSS, nesta sexta-feira, 12.
- Foram apreendidos veículos de luxo, incluindo uma Ferrari F8 e uma réplica da McLaren MP4/8, além de obras de arte, dinheiro em espécie, relógios e armas.
- Dois suspeitos foram presos: Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e Maurício Camisotti, sócio oculto de uma associação investigada.
- A operação cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em São Paulo e Brasília, incluindo o escritório do advogado Nelson Willians, sob suspeita de lavagem de dinheiro.
- As defesas dos detidos alegam que não há justificativas para as prisões e que documentos serão apresentados à Polícia Federal para comprovar a inocência dos acusados.
A Polícia Federal (PF) deflagrou uma nova fase da Operação Sem Desconto, focada em fraudes e desvios no INSS, nesta sexta-feira, 12. Durante a ação, foram apreendidos veículos de luxo, incluindo uma Ferrari F8 e uma réplica da McLaren MP4/8, além de obras de arte, dinheiro em espécie, relógios e armas.
Dois suspeitos foram detidos: Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e Maurício Camisotti, apontado como sócio oculto de uma das associações investigadas. A PF cumpriu 13 mandados de busca e apreensão em endereços em São Paulo e Brasília. O escritório do advogado Nelson Willians também foi alvo da operação, devido a suspeitas de lavagem de dinheiro.
Na sede do escritório em São Paulo, os agentes encontraram diversas obras de arte, incluindo quadros e esculturas de temática erótica. Em Brasília, no endereço de um ex-diretor do escritório, foram apreendidos dinheiro vivo, motocicletas e carros de luxo. A operação visa desmantelar um esquema que envolve lobistas e associações suspeitas de irregularidades no sistema previdenciário.
A defesa de Antonio Carlos Camilo Antunes afirmou que não há justificativa para a prisão e que documentos serão apresentados à PF para comprovar sua inocência. Já a defesa de Maurício Camisotti declarou que não existem motivos que justifiquem sua detenção no âmbito da investigação.
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